CORPOS QUE DANÇAM, VIDAS QUE NARRAM: NARRATIVAS DE UM B-BOY NEGRO COM DEFICIÊNCIA NO MOVIMENTO HIP-HOP

Publicado em 30/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2360-3

Título do Trabalho
CORPOS QUE DANÇAM, VIDAS QUE NARRAM: NARRATIVAS DE UM B-BOY NEGRO COM DEFICIÊNCIA NO MOVIMENTO HIP-HOP
Autores
  • Andre Luiz das Graças de Sá
Modalidade
Resumo
Área temática
GT3 - Corpos nos/dos espaços: educações e culturas
Data de Publicação
30/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-seminario-interno-pesquisas-geocorpo/1437683-corpos-que-dancam-vidas-que-narram--narrativas-de-um-b-boy-negro-com-deficiencia-no-movimento-hip-hop
ISBN
978-65-272-2360-3
Palavras-Chave
Masculinidades negras, Interseccionalidade, Movimento Hip-hop, Gênero.
Resumo
Os homens negros historicamente carregam estigmas e preconceitos sobre as formas como performatizam as suas masculinidades, pois são tidos como animalizados, vistos como brutos e insensíveis, não sendo ouvidos verdadeiramente sobre a forma como são representados (hooks, 2022). Porém, em meio a tudo isso, constroem possibilidades de resistência e existência por meio da cultura e da arte, e uma dessas formas é através do movimento Hip-hop, em que esses homens, principalmente jovens, criam possibilidades de se expressar e valorizar suas experiências e assumem protagonismo. Levando esse contexto em consideração, o presente trabalho é um recorte de uma pesquisa de mestrado em andamento que procura discutir como homens jovens negros mobilizam sentidos de masculinidades no contexto do movimento Hip-hop. Para isso, utilizamos como metodo o relato de si (Butler 2015) produzido através de conversas com homens jovens negros que estão inseridos no referido movimento. Buscamos ainda realizar uma análise interseccional considerando a integração entre os marcadores de raça, classe, gênero, orientação sexual, idade, entre outros. Para as análises dos relatos utilizamos principalmente Frantz Fanon (2008), bell hooks (2018; 2022) e Mara Viveiros Vygoya (2018), entre outros autores e autoras com trabalhos relevantes dentro da temática de gênero e masculinidades negras. Nesse recorte será trazido as narrativas de um homem negro cis, B-boy com deficiência física, morador da Baixada Fluminense. Apontou-se, por meio da produção de suas narrativas, que esse sujeito agencia e produz modos outros sobre ser “homem negro”, tanto no interior dos movimentos Hip-Hop, como nos contextos sociais em que circulam. Nesse sentido, questões como paternidade e racismo apareceram com força em seus relatos, entendendo que foram aspectos importantes na construção da sua subjetividade. Referências: FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. Tradução: Renato Da Silveira. Salvador: EDUFBA, 2008. HOOKS, B. A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade. [s.l.]: ELEFANTE EDITORA, 2022. HOOKS, B. O feminismo é para todo mundo: Políticas arrebatadoras. 1a edição ed. [s.l.] Rosa dos Tempos, 2018. VIGOYA, M. V. As cores da masculinidade. Experiências internacionais e práticas de poder na Nossa América. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens Edições, 2018.
Título do Evento
II SEMINÁRIO INTERNO DE PESQUISAS GEOCORPO
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Seminário Interno de Pesquisas GeoCorpo
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SÁ, Andre Luiz das Graças de. CORPOS QUE DANÇAM, VIDAS QUE NARRAM: NARRATIVAS DE UM B-BOY NEGRO COM DEFICIÊNCIA NO MOVIMENTO HIP-HOP.. In: Anais do Seminário Interno de Pesquisas GeoCorpo. Anais...Rio de Janeiro(RJ) UERJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-seminario-interno-pesquisas-geocorpo/1437683-CORPOS-QUE-DANCAM-VIDAS-QUE-NARRAM--NARRATIVAS-DE-UM-B-BOY-NEGRO-COM-DEFICIENCIA-NO-MOVIMENTO-HIP-HOP. Acesso em: 12/07/2026

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