DESIGUALDADE POR RAÇA/COR DA PELE NO ACESSO AO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA NO SUS: EVIDÊNCIAS DA CAMPANHA OUTUBRO ROSA

Publicado em 15/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2328-3

Título do Trabalho
DESIGUALDADE POR RAÇA/COR DA PELE NO ACESSO AO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA NO SUS: EVIDÊNCIAS DA CAMPANHA OUTUBRO ROSA
Autores
  • Alana Ramos da Silva
  • Fernando Antonio Slaibe
Modalidade
Roda de Conversa
Área temática
Avaliação em Saúde
Data de Publicação
15/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-seminario-internacional-avaliacao-politicas-publicas-saude/1332785-desigualdade-por-racacor-da-pele-no-acesso-ao-rastreamento-do-cancer-de-mama-no-sus--evidencias-da-campanha-out
ISBN
978-65-272-2328-3
Palavras-Chave
Outubro Rosa, Mamografia, Rastreamento, Desigualdades em saúde, SIA-SUS.
Resumo
A principal campanha de promoção do rastreamento com mamografia é conhecida por Outubro Rosa (Gutiérrez e Almeida, 2017). O mês de conscientização visa ampliar o acesso a informações sobre o câncer de mama, aumentar o diagnóstico precoce e reduzir a mortalidade (Migowski et al., 2021; Baquero et al., 2021; Ministério da Saúde, 2021). Evidências indicam que marcadores sociais como raça/cor da pele, renda e localidade dificultam o acesso a mamografia de forma igualitária (Macedo e Medeiros, 2025). Esse estudo avalia o diferencial de acesso ao rastreamento durante o Outubro Rosa entre mulheres brancas e negras. Dados do SIA-SUS de 2018 a 2024 indicam que foram realizadas 10.287.803 mamografias em mulheres de 50 a 69 anos: 5.701.205 em mulheres brancas (55,4%) e 4.586.598 em mulheres negras (44,6%). A campanha Outubro Rosa aumenta as taxas médias de rastreamento em comparação aos meses de janeiro a setembro. Para as mulheres brancas, o aumento é de 44,4% (266,2 a cada 100 mil mulheres no Outubro Rosa versus 184,4 entre janeiro e setembro) e entre as mulheres negras o aumento é de 40,8% (62,1 versus 43,1). Há diferenças estatisticamente significativas nas taxas de rastreamento considerando o marcador de raça/cor da pele. Portanto, as desigualdades de acesso ao rastreamento persistem mesmo em uma campanha nacional de promoção da saúde.
Título do Evento
II Seminário Internacional de Avaliação em Políticas Públicas em Saúde: Contribuições da Ciência da Implementação
Cidade do Evento
São Paulo
Título dos Anais do Evento
Anais do II Seminário Internacional de Avaliação de Políticas Públicas de Saúde: Contribuições da Ciência da Implementação
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Alana Ramos da; SLAIBE, Fernando Antonio. DESIGUALDADE POR RAÇA/COR DA PELE NO ACESSO AO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA NO SUS: EVIDÊNCIAS DA CAMPANHA OUTUBRO ROSA.. In: Anais do II Seminário Internacional de Avaliação de Políticas Públicas de Saúde: Contribuições da Ciência da Implementação. Anais...Sao Paulo(SP) FSP USP, 2. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-seminario-internacional-avaliacao-politicas-publicas-saude/1332785-DESIGUALDADE-POR-RACACOR-DA-PELE-NO-ACESSO-AO-RASTREAMENTO-DO-CANCER-DE-MAMA-NO-SUS--EVIDENCIAS-DA-CAMPANHA-OUT. Acesso em: 29/05/2026

Trabalho

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