DINÂMICA DE RECONEXÃO LINFÁTICA E SUA RELAÇÃO COM A FORMAÇÃO DE ASCITE REFRATÁRIA NO PÓS-OPERATÓRIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
DINÂMICA DE RECONEXÃO LINFÁTICA E SUA RELAÇÃO COM A FORMAÇÃO DE ASCITE REFRATÁRIA NO PÓS-OPERATÓRIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO
Autores
  • Jefferson Willamy Queiroz da Silva
  • Rackel da Costa Teixeira Melo
  • Maria Clara Silva Dutra de Amorim
  • ana beatriz gil peres colaco
  • Sofia Fernandes Coriolano Araujo
  • Monique Maria de Lima Nascimento
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451614-dinamica-de-reconexao-linfatica-e-sua-relacao-com-a-formacao-de-ascite-refrataria-no-pos-operatorio-de-transplan
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Fígado, Ascite, Linfa, Complicações Pós-Operatórias.
Resumo
INTRODUÇÃO: O fígado produz até 50% da linfa corporal, com drenagem predominante pela veia porta. Durante o transplante hepático (TxH), a dissecção do hilo e do retroperitônio causa transecção inevitável dos vasos linfáticos. Embora a reconexão ocorra espontaneamente na maioria dos casos, falhas nesse processo podem resultar em ascite refratária. OBJETIVO: Analisar evidências sobre a reconexão linfática pós-TxH e sua relação com o desenvolvimento de ascite. METODOLOGIA: Revisão de literatura baseada em artigos nacionais e internacionais sobre a dinâmica do sistema linfático hepático no TxH, com ênfase na reconexão linfática pós-operatória e sua associação com ascite refratária. RESULTADOS: Os estudos demonstraram que a transecção linfática é inevitável no TxH, com reconexão espontânea na maioria dos pacientes. Contudo, falhas na reorganização dos vasos foram associadas ao acúmulo persistente de linfa na cavidade peritoneal, caracterizando ascite refratária. A drenagem inadequada compromete o equilíbrio hidrodinâmico hepático, levando à sobrecarga linfática e extravasamento contínuo. Exames de imagem evidenciaram trajetos anômalos, vazamentos e reorganização disfuncional dos vasos, confirmando a relação direta entre falha de reconexão e manutenção da ascite. Intervenções dirigidas ao sistema linfático mostraram redução do volume ascítico e melhora clínica. CONCLUSÃO: A falha na reconexão dos vasos linfáticos hepáticos após o TxH constitui mecanismo fisiopatológico relevante para a ascite refratária. A drenagem linfática inadequada favorece o acúmulo persistente de líquido. O reconhecimento desse mecanismo amplia a compreensão da ascite pós-TxH e fundamenta estratégias diagnósticas e terapêuticas mais direcionadas.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Jefferson Willamy Queiroz da et al.. DINÂMICA DE RECONEXÃO LINFÁTICA E SUA RELAÇÃO COM A FORMAÇÃO DE ASCITE REFRATÁRIA NO PÓS-OPERATÓRIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451614-DINAMICA-DE-RECONEXAO-LINFATICA-E-SUA-RELACAO-COM-A-FORMACAO-DE-ASCITE-REFRATARIA-NO-POS-OPERATORIO-DE-TRANSPLAN. Acesso em: 16/07/2026

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