IMPACTO DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO TRANSPLANTE CARDÍACO: EXPERIÊNCIA COM A IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO ERAS

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
IMPACTO DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO TRANSPLANTE CARDÍACO: EXPERIÊNCIA COM A IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO ERAS
Autores
  • Elyzama Anulino Vilar
  • Maurílio Onofre Deininger
  • Tauanny Stephane Frazao E Silva
  • Isabella Dias dos Reis
  • Maria de Fátima Lima Serrano
  • Karla Maria Duarte Silva Oliveira
  • Jader Campos Esteves Alves
  • Aline Souza
Modalidade
Resumo
Área temática
01: CORAÇÃO/PULMÃO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451263-impacto-da-mobilizacao-precoce-no-transplante-cardiaco--experiencia-com-a-implementacao-do-protocolo-eras
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante Cardíaco, Protocolo ERAS, Mobilização precoce, equipe interdisciplinar
Resumo
Introdução: O transplante cardíaco consolida-se como a abordagem terapêutica definitiva para pacientes com insuficiência cardíaca avançada. Apesar dos avanços cirúrgicos e imunossupressores, o período pós-operatório ainda é marcado por imobilidade prolongada, atraso na recuperação funcional e aumento de custos hospitalares. O protocolo Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) propõe estratégias multimodais, destacando-se a mobilização precoce como pilar fundamental para otimização da recuperação pós-operatória.Objetivo: Descrever a aplicação da mobilização precoce em pacientes submetidos a transplante cardíaco, dentro do protocolo ERAS, e seus impactos clínicos, funcionais e econômicos. Métodos: Estudo observacional descritivo envolvendo três pacientes submetidos a transplante cardíaco, com idades de 67, 42 e 31 anos. O protocolo de mobilização precoce incluiu cinesioterapia ativa e sedestação á beira do leito seis horas após o transplante. No primeiro dia de pós-operatório, os pacientes realizaram sedestação em poltrona, exercício com cicloergômetro, cinesioterapia ativa e deambulação ainda na unidade de terapia intensiva(UTI), sob monitorização multiprofissional contínua.Resultados: A mobilização precoce foi bem tolerada, segura e sem intercorrências, promovendo recuperação funcional homogênea, redução do tempo de UTI e de internação hospitalar, menor incidência de complicações da imobilidade e otimização de recursos assistenciais.Conclusão: A mobilização precoce no transplante cardíaco, dentro do protocolo ERAS, mostrou-se segura, viável e eficaz, associando-se à recuperação funcional, redução do tempo de internação e impacto econômico positivo, configurando um novo paradigma no cuidado pós-operatório, aplicável a diferentes faixas etárias.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

VILAR, Elyzama Anulino et al.. IMPACTO DA MOBILIZAÇÃO PRECOCE NO TRANSPLANTE CARDÍACO: EXPERIÊNCIA COM A IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO ERAS.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451263-IMPACTO-DA-MOBILIZACAO-PRECOCE-NO-TRANSPLANTE-CARDIACO--EXPERIENCIA-COM-A-IMPLEMENTACAO-DO-PROTOCOLO-ERAS. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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