COMPLICAÇÕES BILIARES APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO RELACIONADOS À TÉCNICA DE RECONSTRUÇÃO BILIAR.

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

DOI
10.29327/9786527223559.1451231  
Título do Trabalho
COMPLICAÇÕES BILIARES APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO RELACIONADOS À TÉCNICA DE RECONSTRUÇÃO BILIAR.
Autores
  • Amanda Keyla Silva Albuquerque
  • Matheus Oliveira Lobo Pereira Da Costa
  • Matheus Felipe da Silva Teles
  • maria eduarda rosa barros de brito
  • Monique Maria de Lima Nascimento
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451231-complicacoes-biliares-apos-transplante-hepatico-relacionados-a-tecnica-de-reconstrucao-biliar
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Anastomose, reconstrução biliar, transplante hepático.
Resumo
INTRODUÇÃO: O transplante hepático é um procedimento de alta complexidade, no qual a reconstituição biliar constitui o principal fator associado à morbimortalidade pós-operatória, com incidência de complicações entre 8% e 25%. Estenoses, fístulas e vazamentos biliares figuram entre as principais intercorrências, sendo influenciadas pela técnica de anastomose e por fatores vasculares. OBJETIVO: Analisar as técnicas de reconstituição biliar no transplante hepático e sua relação com o desenvolvimento de complicações biliares. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, com busca nas bases SciELO, PubMed/MEDLINE e BMJ Open Gastroenterology. Foram utilizados os descritores DeCS: “Transplante de Fígado”, “Anastomose Biliar”, “Estenose Biliar”, “Fístula Biliar” e “Complicações Pós-Operatórias”. Inicialmente, foram identificados 43 estudos publicados nos últimos cinco anos. Após leitura de títulos e resumos, bem como aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 12 artigos foram selecionados para compor a análise final. RESULTADOS: A anastomose ducto-a-ducto apresentou menor risco de contaminação bacteriana e permitiu abordagem endoscópica. A técnica hepatojejunal associou-se a maior tempo cirúrgico e limitação terapêutica endoscópica. A trombose da artéria hepática destacou-se como fator central na isquemia biliar, com taxas de complicações de até 32%. O tratamento endoscópico com próteses obteve resolução em até 45% dos casos. CONCLUSÃO: A escolha criteriosa da técnica de anastomose biliar, priorizando a ducto-a-ducto quando possível, é fundamental para a redução de complicações e melhora da sobrevida pós-transplante.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

ALBUQUERQUE, Amanda Keyla Silva et al.. COMPLICAÇÕES BILIARES APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO RELACIONADOS À TÉCNICA DE RECONSTRUÇÃO BILIAR... In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451231-COMPLICACOES-BILIARES-APOS-TRANSPLANTE-HEPATICO-RELACIONADOS-A-TECNICA-DE-RECONSTRUCAO-BILIAR. Acesso em: 16/07/2026

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