IMUNOSSUPRESSÃO E CARCINOGÊNESE NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: UMA REVISÃO DE LITERATURA

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

DOI
10.29327/9786527223559.1451195  
Título do Trabalho
IMUNOSSUPRESSÃO E CARCINOGÊNESE NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Autores
  • Kamily Beatriz Campos Gomes
  • Ana Clara Ferreira Sampaio Cruz
  • Laécio de Souza Lisboa Filho
  • Maria Gabriela Coelho
  • Maria heloisa Rodrigues Andrade Fonseca de Sena
  • Valeska Maria Lima Leite
  • Pedro Lucas Duarte Marçal da Silva
  • Pedro Pereira Gonzaga Neto
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451195-imunossupressao-e-carcinogenese-no-transplante-hepatico--uma-revisao-de-literatura
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Liver transplantation, Immunosuppressive therapy, Risk, Cancer.
Resumo
INTRODUÇÃO: O nível de imunossupressão (IS) no transplante hepático (TH) exige equilíbrio entre a prevenção da rejeição e o risco de efeito adverso. Evidências associam maior exposição à terapia imunossupressora (TI) à carcinogênese pós-transplante, principalmente aos inibidores da calcineurina (ICN). Esse risco relaciona o processo multifatorial de IS crônica ao envelhecimento dos receptores e a atuação de vírus oncogênico. OBJETIVO: Analisar a relação entre IS e carcinogênese no TH. METODOLOGIA: Revisão de literatura com dados bibliográficos do PubMed, que usou os descritores MeSH e sinônimos combinados pelo operador AND. Incluíram-se artigos publicados entre 2021 e 2026, além de terem sido selecionados os pertinentes aos objetivos. RESULTADOS: A TI otimizou os resultados do TH e deve ser individualizada. A recorrência tumoral pós TH ocorre em 15–20% dos casos e associa-se à TI, que apesar de essencial, aumenta o risco de malignidade. Os ICN e os inibidores da mTOR são utilizados como TI padrão. Enquanto os ICN são associados a um risco maior de recorrência após TH, os inibidores da mTOR podem reduzir o risco. Os fatores de risco são idade avançada, álcool, tabagismo, infecções virais, exposição prolongada a IS, características tumorais, níveis de alfa-fetoproteína, invasão microvascular e curta espera na lista de TH. A ausência de marcadores eficazes e protocolos de rastreio, exige consideração dos fatores de risco, vigilância oncológica rigorosa, prolongada, e otimização da IS. CONCLUSÃO: A IS com ICN no TH, relaciona-se a maior incidência neoplásica. Apesar disso, a associação com mTOR e a vigilância oncológica rigorosa são essenciais para otimizar os desfechos. Evidencia-se então a necessidade de protocolos mais eficazes para um controle oncológico mais efetivo.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

GOMES, Kamily Beatriz Campos et al.. IMUNOSSUPRESSÃO E CARCINOGÊNESE NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: UMA REVISÃO DE LITERATURA.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451195-IMUNOSSUPRESSAO-E-CARCINOGENESE-NO-TRANSPLANTE-HEPATICO--UMA-REVISAO-DE-LITERATURA. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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