FÍSTULA BILIOBRÔNQUICA SECUNDÁRIA À TROMBOSE DE ARTÉRIA HEPÁTICA APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO: UM RELATO DE CASO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
FÍSTULA BILIOBRÔNQUICA SECUNDÁRIA À TROMBOSE DE ARTÉRIA HEPÁTICA APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO: UM RELATO DE CASO
Autores
  • Nicolle Barbosa Silva Alves
  • CINTHIA FRANCELINO DA SILVA
  • João Artur
  • Luana Caroline Ribeiro Soares
  • Marília Beatriz Costa Borges
  • Mylena Maria Nogueira de Azevedo
  • Thaís Serrati Lins Pereira
  • Karine Nascimento Chaves
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451192-fistula-biliobronquica-secundaria-a-trombose-de-arteria-hepatica-apos-transplante-hepatico--um-relato-de-caso
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Fígado, Fístula Biliar, Abscesso Hepático Piogênico.
Resumo
OBJETIVO: Relatar o manejo de complicações graves pós-transplante hepático, especificamente a trombose da artéria hepática evoluindo com necrose isquêmica, abscesso, fístula biliobrônquica e bilioptise, culminando na indicação de retransplante por situação especial. RELATO DE CASO: Homem, 28 anos, com Colangite Esclerosante Primária (CEP) e Retocolite Ulcerativa (RCU) desde a infância, submetido a transplante hepático (técnica piggy-back e derivação biliodigestiva) por complicações do caso. No pós-operatório, apresentou disfunção renal transitória e episódios febris sem foco, sendo instituída antibioticoterapia de amplo espectro. Via arteriografia, diagnosticou-se trombose da artéria hepática (TAH) e necrose isquêmica do segmento VIII. O paciente evoluiu com abscesso hepático por Klebsiella multissensível, tratado inicialmente com drenagem percutânea. Todavia, devido a múltiplas obstruções do dreno e colangites de repetição, houve mudança do perfil microbiológico para Klebsiella multirresistente (MDR), o que exigiu esquemas antibióticos complexos e longo internamento. Apesar das drenagens, o quadro progrediu para bilioptise. Uma cirurgia de urgência confirmou trajeto fistuloso trans-diafragmático para o pulmão direito e intensa necrose entre os segmentos IV e VII. A persistência da isquemia e o desenvolvimento da fístula motivaram a ressecção da área hepática necrosada e a indicação de retransplante por situação especial. CONCLUSÃO: A gravidade das complicações vasculares e a raridade da fístula biliobrônquica tornaram o manejo clínico deste caso extremamente desafiador. A perspectiva do caso depende da realização do retransplante, pois a condição hepática vigente não apresenta expectativa de resolução, visto a piora clínica progressiva do paciente.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ALVES, Nicolle Barbosa Silva et al.. FÍSTULA BILIOBRÔNQUICA SECUNDÁRIA À TROMBOSE DE ARTÉRIA HEPÁTICA APÓS TRANSPLANTE HEPÁTICO: UM RELATO DE CASO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451192-FISTULA-BILIOBRONQUICA-SECUNDARIA-A-TROMBOSE-DE-ARTERIA-HEPATICA-APOS-TRANSPLANTE-HEPATICO--UM-RELATO-DE-CASO. Acesso em: 16/07/2026

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