PERFIL MICROBIOLÓGICO E DESAFIOS DE RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANAS EM INFECÇÕES PÓS-TRANSPLANTES NO NORDESTE BRASILEIRO.

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
PERFIL MICROBIOLÓGICO E DESAFIOS DE RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANAS EM INFECÇÕES PÓS-TRANSPLANTES NO NORDESTE BRASILEIRO.
Autores
  • Henrique Gabriel Vieira Santos
  • Anna Letícia Alves Bomfim
  • Cleyton Cauã Santos Brito
  • Erick Teodósio Aguiar
  • Daniel Mendes Xavier
  • Fernando Oliveira Parente
  • Francisco Ian da Silva Moura
  • Vicente Bruno de Freitas Guimarães
Modalidade
Resumo
Área temática
11: COORDENAÇÃO E GESTÃO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451184-perfil-microbiologico-e-desafios-de-resistencia-antimicrobianas-em-infeccoes-pos-transplantes-no-nordeste-brasil
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Perfil epidemiológico. Resistência microbiana a antibiótico. Transplante de órgãos.
Resumo
INTRODUÇÃO: O crescimento do programa de transplantes no Nordeste é acompanhado pelo desafio das infecções pós-transplante, agravado pela resistência antimicrobiana. Ademais, há escassez de dados regionalizados sobre etiologia e perfis de resistência, dificultando a otimização terapêutica e vigilância. OBJETIVO: Caracterizar o perfil microbiológico e os padrões de resistência antimicrobiana das infecções pós-transplante de órgãos sólidos no Nordeste brasileiro, além de avaliar o impacto de estratégias de gerenciamento antimicrobiano. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, baseado em dados secundários do RBT (jan-set/2025), revisão integrativa da literatura indexada (PubMed, LILACS, BVS) e repositórios institucionais do Hospital Universitário Walter Cantídio (2020-2025). Utilizaram-se descritores como “infecção pós-transplante", “resistência antimicrobiana” e "transplante renal". RESULTADOS: As infecções de corrente sanguínea foram as mais prevalentes (47,2%), com predomínio de Gram-negativos e alto uso de carbapenêmicos/glicopeptídeos. A implantação de um Programa de Gerenciamento Antimicrobiano (PGA) com “care bundles” associou-se à alta adesão do tratamento (98,2%) e à redução do tempo de internação (ex.: hepático: 67 para 18,8 dias). A Terapia Antimicrobiana Parenteral Ambulatorial (OPAT) apresentou 95,6% de cura e baixa reinternação (4,3%), apesar do custo elevado. CONCLUSÃO: As infecções pós-transplante no Nordeste têm perfil desafiador com Gram-negativos e uso elevado de antimicrobianos de reserva. O PGA e a OPAT mostraram-se eficazes, melhorando desfechos e uso de leitos. Persistem lacunas na vigilância padronizada, reforçando a necessidade de expansão dos PGAs, capacitação profissional e desenvolvimento de registros regionais específicos.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Henrique Gabriel Vieira et al.. PERFIL MICROBIOLÓGICO E DESAFIOS DE RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANAS EM INFECÇÕES PÓS-TRANSPLANTES NO NORDESTE BRASILEIRO... In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451184-PERFIL-MICROBIOLOGICO-E-DESAFIOS-DE-RESISTENCIA-ANTIMICROBIANAS-EM-INFECCOES-POS-TRANSPLANTES-NO-NORDESTE-BRASIL. Acesso em: 16/07/2026

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