O PAPEL DA ENFERMAGEM NA ADESÃO A TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA PÓS-TRANSPLANTE.

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
O PAPEL DA ENFERMAGEM NA ADESÃO A TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA PÓS-TRANSPLANTE.
Autores
  • Júlia Tonet Ramos
  • Carolina Lima Borba
  • Gustavo Gabriel De Moura Bezerra
  • Jamilly Vitória Santos de Aquino
  • Rebeca Cristinny De Oliveira Pessoa
  • Renata Medeiros da Rocha
  • Suzana dos Santos Alves Ferreira
  • Andreia Soares da Silva
Modalidade
Resumo
Área temática
02: ÉTICA E ENFERMAGEM
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451156-o-papel-da-enfermagem-na-adesao-a-terapia-imunossupressora-pos-transplante
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Enfermagem. Terapia de Imunossupressão. Transplante.
Resumo
INTRODUÇÃO: A terapia imunossupressora é essencial no cuidado aos pacientes submetidos a transplantes, sendo indispensável para prevenir a rejeição de órgãos e enxertos. Nesse contexto, o profissional de enfermagem torna-se fundamental para contribuir com melhores desfechos clínicos. OBJETIVOS: Analisar a atuação e a importância do profissional de enfermagem na adesão à terapia imunossupressora aos pacientes pós-transplante. MÉTODOS: Estudo de revisão da literatura nas bases de dados BVS, SciELO e BDENF. Os termos controladores e operador booleano utilizados foram “enfermagem” AND “terapia de imunossupressão” AND “transplante, sendo incluído artigos publicados nos últimos 10 anos escritos em Língua Portuguesa e Inglesa. Foram analisados 10 artigos, sendo 7 excluídos e 3 selecionados por estarem alinhados com o objetivo. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A não adesão à terapia imunossupressora está relacionada ao aumento da incidência de rejeição de órgãos e enxertos. Estudos revelam que o paciente é considerado aderente ao tratamento farmacológico quando utiliza entre 80% e 110% da medicação prescrita, enquanto a não adesão varia entre 2% e 67%. Observa-se que esquemas terapêuticos complexos, efeitos adversos, limitações socioeconômicas e falhas nas orientações influenciam a não adesão à terapia imunossupressora. Diante disso, é evidenciado o papel da enfermagem na orientação do uso correto e regular dos imunossupressores, esclarecendo dúvidas sobre o aprazamento, horários e efeitos adversos, o que favorece a compreensão do tratamento e estimula o autocuidado. CONCLUSÃO: A revisão evidenciou a importância do profissional de enfermagem na adesão à terapia imunossupressora. Nesse cenário, a enfermagem destaca-se pela melhoria da qualidade de vida das pessoas transplantadas.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

RAMOS, Júlia Tonet et al.. O PAPEL DA ENFERMAGEM NA ADESÃO A TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA PÓS-TRANSPLANTE... In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451156-O-PAPEL-DA-ENFERMAGEM-NA-ADESAO-A-TERAPIA-IMUNOSSUPRESSORA-POS-TRANSPLANTE. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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