DISBIOSE INTESTINAL VERSUS MICROBIOTA PRESERVADA NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: IMPACTO NA REJEIÇÃO DO TRANSPLANTE

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
DISBIOSE INTESTINAL VERSUS MICROBIOTA PRESERVADA NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: IMPACTO NA REJEIÇÃO DO TRANSPLANTE
Autores
  • Kamily Beatriz Campos Gomes
  • Ana Sofia Albuquerque Ponte
  • Sofia Fernandes Coriolano Araujo
  • Nicolle Barbosa Silva Alves
  • Juliana Arôxa Pereira Barbosa
Modalidade
Resumo
Área temática
05: IMUNOBIOLOGIA
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451154-disbiose-intestinal-versus-microbiota-preservada-no-transplante-hepatico--impacto-na-rejeicao-do-transplante
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Liver Transplantation, Graft Rejection, Dysbiosis.
Resumo
INTRODUÇÃO: A disbiose intestinal (DI) promove inflamação, disfunção da barreira intestinal e ativação imune, com impacto na rejeição do aloenxerto hepático. Em pacientes com doença hepática em estágio terminal (ESLD) submetidos ao transplante hepático (Tx), esse desequilíbrio intensifica-se em razão da imunossupressão (IS) e da antibioticoterapia. Em contraste, a microbiota intestinal preservada favorece a regulação imunológica e menor rejeição. OBJETIVO: Analisar o impacto da DI e da microbiota intestinal preservada na rejeição do aloenxerto após Tx. METODOLOGIA: Revisão de literatura qualitativa com busca no PubMed por meio dos descritores: Liver Transplantation, Graft Rejection e Dysbiosis, combinados pelo operador AND. Incluíram-se artigos publicados entre 2021 e 2026, com texto completo gratuito. Após critérios de elegibilidade, cinco artigos compuseram a amostra final. RESULTADOS: Pacientes com ESLD iniciam o Tx sob DI com mais gêneros patogênicos, como Escherichia, Clostridium e streptococcus. O procedimento cirúrgico com a IS e o uso de antibióticos, intensifica a permeabilidade intestinal e a translocação inflamatória ao enxerto. A redução de comensais, como Lachnospiraceae e Ruminococcaceae, compromete a indução de células T reguladoras e predispõe a rejeição celular. Probióticos e simbióticos surgem como estratégias adjuvantes promissoras, embora ainda sem validação clínica robusta. CONCLUSÃO: A Dl associa-se à rejeição do Tx ao comprometer a regulação imune e a tolerância do aloenxerto. A redução de bactérias comensais produtoras de metabólitos imunomoduladores limita a indução de células T reguladoras, que favorece a rejeição. Assim, assinaturas microbianas apresentam potencial prognóstico, e a modulação do microbioma permanece em validação clínica.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

GOMES, Kamily Beatriz Campos et al.. DISBIOSE INTESTINAL VERSUS MICROBIOTA PRESERVADA NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: IMPACTO NA REJEIÇÃO DO TRANSPLANTE.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451154-DISBIOSE-INTESTINAL-VERSUS-MICROBIOTA-PRESERVADA-NO-TRANSPLANTE-HEPATICO--IMPACTO-NA-REJEICAO-DO-TRANSPLANTE. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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