TRANSPLANTE CARDÍACO EM PACIENTES COM CARDIOPATIA CHAGÁSICA REVISÃO SOBRE O RISCO DE REATIVAÇÃO DA DOENÇA E PROTOCOLOS DE PROFILAXIA

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
TRANSPLANTE CARDÍACO EM PACIENTES COM CARDIOPATIA CHAGÁSICA REVISÃO SOBRE O RISCO DE REATIVAÇÃO DA DOENÇA E PROTOCOLOS DE PROFILAXIA
Autores
  • Alana Evellyn de França Silva
  • Mariana Dos Santos Ribeiro
  • Naftaly Angelica Lopes de Souza
  • Rayanne Kalinne Neves Dantas
Modalidade
Resumo
Área temática
01: CORAÇÃO/PULMÃO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451139-transplante-cardiaco-em-pacientes-com-cardiopatia-chagasica-revisao-sobre-o-risco-de-reativacao-da-doenca-e-prot
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Chagas Cardiomyopathy; Heart Transplantation; Benznidazole; Recurrence.
Resumo
Introdução: A Cardiopatia Chagásica (CC) é indicação frequente para transplante cardíaco (TC) em regiões endêmicas. Apesar dos riscos de reativação do Trypanosoma cruzi sob imunossupressão, evidências (ALVES et al., 2022; BACAL et al., 2018) indicam sobrevida superior comparada a outras etiologias, consolidando o TC como terapia eficaz sob vigilância rigorosa.Objetivos: Sintetizar evidências sobre a reativação parasitária pós-TC, analisando a eficácia do Benznidazol e protocolos de monitoramento molecular.Metodologia: Revisão bibliográfica nas bases PubMed, SciELO, BVS e LILACS (2016-2025), utilizando descritores MeSH/DeCS como "Chagas Cardiomyopathy", "Heart Transplantation", “Recurrence” e "Benznidazole".Priorizaram-se diretrizes e estudos de coorte com seguimento superior a cinco anos.Resultados: A sobrevida pós-TC em chagásicos supera a de etiologias isquêmicas devido à menor carga de comorbidades e eficiência terapêutica.A reativação ocorre em 20% a 45% dos casos, catalisada pela intensidade imunossupressora (Micofenolato de Mofetila e altas doses de corticoides). As manifestações incluem febre, lesões cutâneas ou miocardite.Atualmente, a profilaxia antiparasitária universal no pós-transplante é desaconselhada pela toxicidade do Benznidazol. O protocolo padrão é o tratamento preemptivo guiado por PCR quantitativo (qPCR) quinzenal no primeiro semestre.A administração de Benznidazol (5 mg/kg/dia) na fase de parasitemia assintomática previne a doença clínica e preserva o enxerto. Conclusão: O êxito do TC na Doença de Chagas depende do controle parasitário via diagnóstico molecular precoce.A substituição da profilaxia universal pelo monitoramento por qPCR otimizou o manejo clínico, reduzindo a morbidade e garantindo prognóstico favorável à reabilitação cardiovascular.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Alana Evellyn de França et al.. TRANSPLANTE CARDÍACO EM PACIENTES COM CARDIOPATIA CHAGÁSICA REVISÃO SOBRE O RISCO DE REATIVAÇÃO DA DOENÇA E PROTOCOLOS DE PROFILAXIA.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451139-TRANSPLANTE-CARDIACO-EM-PACIENTES-COM-CARDIOPATIA-CHAGASICA-REVISAO-SOBRE-O-RISCO-DE-REATIVACAO-DA-DOENCA-E-PROT. Acesso em: 16/07/2026

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