GASTRODUODENOPANCREATECTOMIA EM PACIENTE IMUNOSSUPRIMIDO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: RELATO DE CASO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
GASTRODUODENOPANCREATECTOMIA EM PACIENTE IMUNOSSUPRIMIDO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: RELATO DE CASO
Autores
  • Iasmin Hipólito Nogueira
  • Carlos Eduardo Freitas Dantas
  • João Filipe Arôxa Barbosa de Melo
  • Matheus Oliveira Lobo Pereira Da Costa
  • Karine Nascimento Chaves
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451093-gastroduodenopancreatectomia-em-paciente-imunossuprimido-pos-transplante-hepatico--relato-de-caso
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Palavras-chave:Transplante Hepático, Imunossupressão, Pancreatoduodenectomia.
Resumo
INTRODUÇÃO: Transplantados hepáticos apresentam maior risco de neoplasias secundárias devido ao uso crônico de imunossupressores. Tumores pancreáticos nesse contexto são raros e representam desafio diagnóstico e terapêutico pela complexidade cirúrgica e impacto da imunossupressão. OBJETIVO: Relatar o caso de paciente imunossuprimido submetido à gastroduodenopancreatectomia (GDP) após transplante hepático. RELATO DE CASO: Paciente masculino, 76 anos, transplantado hepático em 2017 por hepatopatia alcoólica e carcinoma hepatocelular, evoluiu com mal-estar, hiporexia, icterícia e prurido. Exames laboratoriais mostraram elevação de fosfatase alcalina (1425 U/L) e GGT (2644 U/L). Tomografia e ultrassonografia evidenciaram dilatação das vias biliares e lesão em cabeça pancreática. A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica, com infundibulotomia e stent biliar, evidenciou compressão extrínseca do colédoco distal. Diante da impossibilidade de biópsia endoscópica e da suspeita de neoplasia periampular, indicou-se cirurgia. Foi realizada GDP com reconstrução segundo a técnica de Blumgart e correção de invasão parcial da veia mesentérica superior. O anatomopatológico revelou adenocarcinoma pouco diferenciado (G3) da papila duodenal, medindo 6,0 × 3,0 × 2,5 cm, com invasão local extensa, margem pancreática comprometida e ausência de acometimento linfonodal (pT3b pN0). Evoluiu sem fístula pancreática, com reintrodução da imunossupressão e alta hospitalar. CONCLUSÃO: A neoplasia pancreática deve ser considerada no diagnóstico diferencial de icterícia colestática no pós-operatório tardio de transplante hepático, sendo o tratamento cirúrgico factível quando bem indicado e realizado em centro especializado.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

NOGUEIRA, Iasmin Hipólito et al.. GASTRODUODENOPANCREATECTOMIA EM PACIENTE IMUNOSSUPRIMIDO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: RELATO DE CASO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1451093-GASTRODUODENOPANCREATECTOMIA-EM-PACIENTE-IMUNOSSUPRIMIDO-POS-TRANSPLANTE-HEPATICO--RELATO-DE-CASO. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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