INFECÇÕES OPORTUNISTAS ASSOCIADAS À IMUNOSSUPRESSÃO NO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: REVISÃO DE LITERATURA

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
INFECÇÕES OPORTUNISTAS ASSOCIADAS À IMUNOSSUPRESSÃO NO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: REVISÃO DE LITERATURA
Autores
  • Gustavo Gabriel De Moura Bezerra
  • mariana de souza pedrosa
  • Camila Xavier Cavalcanti Donato
  • Rebeca Cristinny De Oliveira Pessoa
  • Suzana dos Santos Alves Ferreira
  • Maria Eduarda Gomes de Vasconcelos
  • Júlia Tonet Ramos
  • Andreia Soares da Silva
Modalidade
Resumo
Área temática
06: INFECÇÃO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450954-infeccoes-oportunistas-associadas-a-imunossupressao-no-pos-transplante-hepatico--revisao-de-literatura
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Infecções Oportunistas, Transplante de fígado, Imunidade
Resumo
INTRODUÇÃO: As infecções oportunistas constituem uma complicação frequente em pacientes submetidos a transplantes hepáticos. A terapia imunossupressora no pós-transplante, indispensável para prevenir a rejeição do enxerto, aumenta a suscetibilidade a patógenos oportunistas de origem viral, bacteriana e fúngica. OBJETIVO: Descrever as infecções oportunistas mais prevalentes relacionadas à imunossupressão no pós-transplante hepático. METODOLOGIA: Trata-se de revisão bibliográfica, com recorte temporal de artigos publicados entre 2020 e 2025. Utilizaram-se as bases SciELO e PubMed, mediante os descritores: “Infecções Oportunistas”, “Transplante” e “Imunidade”. Como critérios de inclusão, foram selecionados estudos aderentes ao objetivo e publicados em português e inglês. Após análise dos estudos elegíveis, cinco artigos compuseram a amostra final. RESULTADOS: Os achados evidenciaram que a terapia imunossupressora no pós-transplante hepático representa fator de risco para o desenvolvimento de complicações infecciosas. Observou-se que a janela de maior risco compreende 30 dias a 6 meses após o procedimento, sendo mais prevalentes tuberculose, listeriose, herpes simplex e citomegalovírus. Alguns sinais de alerta nos transplantados são fundamentais para diagnóstico precoce, como febre persistente, hiperemia no sítio cirúrgico, dor e edema. A adoção de profilaxia farmacológica e ajustes na imunossupressão mostrou-se eficaz na redução de complicações, considerando que as infecções comprometem o prognóstico e a compatibilidade do enxerto. CONCLUSÃO: Conclui-se que as infecções oportunistas em indivíduos transplantados representam aspecto crítico do manejo clínico, demandando abordagem multidisciplinar, diagnóstico precoce e intervenção adequada para desfechos favoráveis.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BEZERRA, Gustavo Gabriel De Moura et al.. INFECÇÕES OPORTUNISTAS ASSOCIADAS À IMUNOSSUPRESSÃO NO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO: REVISÃO DE LITERATURA.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450954-INFECCOES-OPORTUNISTAS-ASSOCIADAS-A-IMUNOSSUPRESSAO-NO-POS-TRANSPLANTE-HEPATICO--REVISAO-DE-LITERATURA. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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