A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PERÍODO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO COMO DETERMINANTE DO DESFECHO CLÍNICO FAVORÁVEL

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PERÍODO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO COMO DETERMINANTE DO DESFECHO CLÍNICO FAVORÁVEL
Autores
  • Carolina Lima Borba
  • Camila Xavier Cavalcanti Donato
  • Jamilly Vitória Santos de Aquino
  • Júlia Tonet Ramos
  • mariana de souza pedrosa
  • Rebeca Cristinny De Oliveira Pessoa
  • Suzana dos Santos Alves Ferreira
  • Shirley Michele Santos Monteiro
Modalidade
Resumo
Área temática
07: MULTIDISCIPLINAR
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450942-a-assistencia-de-enfermagem-no-periodo-pos-transplante-hepatico-como-determinante-do-desfecho-clinico-favoravel
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Fígado, Transplantados, Assistência Ambulatorial, Assistência Domiciliar, Autocuidado.
Resumo
OBJETIVO: Evidenciar a importância da assistência de enfermagem ao paciente pós-transplante hepático como determinante para um desfecho clínico favorável. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão bibliográfica, com recorte temporal de artigos publicados entre 2011 e 2026. Utilizou-se as bases de dados LILACS, BDENF, MEDLINE e SCIELO com os descritores “Transplante de Fígado”, “Transplantados”, “Assistência Domiciliar”, “Assistência Ambulatorial” e “Autocuidado” com os operadores booleanos “AND” e “OR”. Adotaram-se como critérios de inclusão: textos completos e em português, excluindo artigos duplicados e sem relação com a temática. Após a análise, 18 artigos compuseram a amostra final. RESULTADOS: A assistência pós-transplante hepático tem como princípio evitar complicações ao receptor, como alterações metabólicas, rejeição de enxerto e infecções. Os cuidados indevidos podem resultar em: internações frequentes, maior custo para o serviço de saúde, falha no tratamento e sobrevida reduzida. Após o transplante faz-se necessário que o receptor receba orientações para adaptar-se ao tratamento, tais como: assiduidade às consultas ambulatoriais, realização de exames e as orientações referentes à dieta e ao uso de medicamentos, as quais são relevantes para a continuidade do cuidado. A melhora nas taxas de sobrevida está associada à maior adesão ao tratamento, ou seja, à concordância com as recomendações de saúde. Para que haja adesão, a equipe de saúde deve planejar com cautela o cuidado. Nesse sentido, é válido pontuar o papel do Enfermeiro na promoção do autocuidado do receptor e na gestão dos cuidados domiciliares. CONCLUSÃO: Conclui-se que a assistência prestada pela Enfermagem ao paciente transplantado é de grande relevância para um desfecho clínico favorável.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BORBA, Carolina Lima et al.. A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PERÍODO PÓS-TRANSPLANTE HEPÁTICO COMO DETERMINANTE DO DESFECHO CLÍNICO FAVORÁVEL.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450942-A-ASSISTENCIA-DE-ENFERMAGEM-NO-PERIODO-POS-TRANSPLANTE-HEPATICO-COMO-DETERMINANTE-DO-DESFECHO-CLINICO-FAVORAVEL. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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