IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: DO CONTROLE DA REJEIÇÃO À QUALIDADE DE VIDA E ADESÃO TERAPÊUTICA.

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: DO CONTROLE DA REJEIÇÃO À QUALIDADE DE VIDA E ADESÃO TERAPÊUTICA.
Autores
  • Samantha Chaves Santos
  • Karla Gabriela Barbosa Cabral
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450726-imunossupressao-no-transplante-hepatico--do-controle-da-rejeicao-a-qualidade-de-vida-e-adesao-terapeutica
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de fígado. Imunossupressão. Qualidade de vida. Adesão terapêutica.
Resumo
OBJETIVO: Revisar a literatura acerca da imunossupressão no transplante hepático, abordando o controle da rejeição, os efeitos na qualidade de vida, os desafios relacionados à adesão terapêutica e as evidências sobre a retirada da imunossupressão em pacientes selecionados. METODOLOGIA: Revisão de literatura nas bases PubMed e SciELO, utilizando descritores DeCS em português: “Transplante de fígado”; “Imunossupressão”; “Qualidade de vida”; “Adesão ao tratamento”. Foram selecionados artigos publicados entre 2020 e 2025 que abordam os regimes de imunossupressão utilizados após o transplante hepático, enfatizando eficácia na prevenção da rejeição, perfil de segurança, impacto na qualidade de vida relacionada à saúde e adesão terapêutica. RESULTADOS: A associação de tacrolimo com micofenolato de mofetila reduz de forma significativa a incidência de rejeição celular aguda em comparação à monoterapia, sem aumento relevante de eventos adversos. Entretanto, complicações, como a doença do enxerto contra o hospedeiro após transplante hepático, apresentam elevada mortalidade, não havendo evidência de benefício com a intensificação da imunossupressão. Sobre a retirada da imunossupressão, embora viável em pacientes altamente selecionados, o sucesso ocorre em uma proporção limitada de casos, e biomarcadores previamente propostos não se mostraram suficientemente precisos para predizer a tolerância operacional. CONCLUSÃO: Embora regimes combinados apresentem maior eficácia imunológica, com melhora na qualidade de vida, a intensificação indiscriminada da imunossupressão não garante melhores desfechos. Além disso, a adesão terapêutica e a seleção criteriosa de pacientes são fundamentais, especialmente diante das evidências limitadas sobre a retirada segura da imunossupressão.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Samantha Chaves; CABRAL, Karla Gabriela Barbosa. IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: DO CONTROLE DA REJEIÇÃO À QUALIDADE DE VIDA E ADESÃO TERAPÊUTICA... In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450726-IMUNOSSUPRESSAO-NO-TRANSPLANTE-HEPATICO--DO-CONTROLE-DA-REJEICAO-A-QUALIDADE-DE-VIDA-E-ADESAO-TERAPEUTICA. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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