DESIGUALDADES REGIONAIS NA EFICIÊNCIA DO TRANSPLANTE RENAL NO SUS: UMA ANÁLISE DE CUSTO E PERMANÊNCIA (2020–2024)

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
DESIGUALDADES REGIONAIS NA EFICIÊNCIA DO TRANSPLANTE RENAL NO SUS: UMA ANÁLISE DE CUSTO E PERMANÊNCIA (2020–2024)
Autores
  • RODRIGO BENEVIDES COSME DINIZ JUNIOR
  • Albino Alves da Nobrega
Modalidade
Resumo
Área temática
10: DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450689-desigualdades-regionais-na-eficiencia-do-transplante-renal-no-sus--uma-analise-de-custo-e-permanencia-(20202024
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Rim, Sistema Único de Saúde, Custos de Cuidados de Saúde, Iniquidade em Saúde.
Resumo
INTRODUÇÃO: O transplante renal com doador falecido é o principal tratamento para a doença renal crônica terminal no Brasil, sendo um procedimento de alta complexidade no SUS. A sustentabilidade desse sistema depende da eficiência assistencial e da capacidade de resposta regional. Assim, compreender o desempenho desse serviço é essencial para embasar estratégias de gestão. OBJETIVO: Analisar as disparidades regionais na eficiência dos transplantes renais com doador falecido no SUS entre 2020 e 2024. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e retrospectivo, de abordagem quantitativa com dados do SIH/SUS. Analisou-se o código 0505020092 (Transplante de Rim - Doador Falecido), considerando AIH aprovadas, custo, permanência e região. RESULTADOS: Entre 2020 e 2024, foram aprovadas 20.553 AIH, com investimento de R$ 980,6 milhões. Notou-se acentuada concentração: Sudeste (50,9%) e Sul (25,2%) detêm 76,1% da produção e os maiores custos médios (R$ 48 mil e R$ 49,2 mil). O Norte apresentou a menor participação (1%) e o menor custo médio (R$ 35,1 mil). Quanto à permanência, a média nacional foi de 10,7 dias. Evidenciou-se um gradiente de eficiência: as menores médias ocorreram no Sul (9,8) e Sudeste (10,4), enquanto o Norte (15,2) e Centro-Oeste (15,3) apresentaram tempos muito superiores à média nacional. CONCLUSÃO: A partir dos dados, observa-se que o aumento no volume de transplantes é desigual, revelando uma "eficiência concentrada". O contraste entre maior permanência hospitalar e menor custo médio nas regiões Norte e Centro-Oeste indica baixa densidade tecnológica e fragilidade no suporte pós-alta, afetando a rotatividade de leitos. Portanto, o fortalecimento da eficiência regional é urgente para garantir um acesso equânime e custo-efetivo no país.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

JUNIOR, RODRIGO BENEVIDES COSME DINIZ; NOBREGA, Albino Alves da. DESIGUALDADES REGIONAIS NA EFICIÊNCIA DO TRANSPLANTE RENAL NO SUS: UMA ANÁLISE DE CUSTO E PERMANÊNCIA (2020–2024).. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1450689-DESIGUALDADES-REGIONAIS-NA-EFICIENCIA-DO-TRANSPLANTE-RENAL-NO-SUS--UMA-ANALISE-DE-CUSTO-E-PERMANENCIA-(20202024. Acesso em: 16/07/2026

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