O IMPACTO DO TEMPO DE ISQUEMIA E DA REPERFUSÃO NO TRANSPLANTE CARDÍACO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
O IMPACTO DO TEMPO DE ISQUEMIA E DA REPERFUSÃO NO TRANSPLANTE CARDÍACO
Autores
  • Vitória Lima Gama de Santana
  • Diêgo Correia De Andrade
Modalidade
Resumo
Área temática
01: CORAÇÃO/PULMÃO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1449954-o-impacto-do-tempo-de-isquemia-e-da-reperfusao-no-transplante-cardiaco
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Isquemia, Transplante de Coração, Preservação de Orgãos.
Resumo
INTRODUÇÃO: O tempo de isquemia corresponde ao período entre a retirada do coração do doador e sua implantação no receptor, sendo determinante para a viabilidade do órgão e a sobrevivência do paciente (Chrysakis, 2024). A preservação consiste no armazenamento hipotérmico, visando reduzir a atividade metabólica. Entretanto, a hipotermia à qual o órgão é submetido pode comprometer a integridade celular e desviar o metabolismo de aeróbico para anaeróbico, com aumento do estresse oxidativo. OBJETIVO: Avaliar o impacto do tempo de isquemia e da reperfusão nos desfechos clínicos de pacientes submetidos ao transplante cardíaco. METODOLOGIA: Revisão da literatura por meio da base PubMed, incluindo artigos em inglês publicados entre 2020 e 2025, relacionados à preservação do coração do doador, isquemia e lesão isquemia-reperfusão. Oito estudos foram incluídos na análise final. RESULTADOS: O tempo ideal de isquemia é inferior a 4 horas, pois, mesmo sob armazenamento estático a frio, o coração permanece metabolicamente ativo, resultando em danos isquêmicos. Os danos celulares associados ao tempo de isquemia e à posterior restauração do fluxo sanguíneo são denominados lesão de isquemia-reperfusão, a qual envolve hipóxia, reoxigenação e reperfusão, sendo caracterizada por estresse oxidativo, desequilíbrio do cálcio, danos mitocondriais, distúrbios do metabolismo energético, apoptose e resposta inflamatória, associando-se à rejeição e à disfunção do enxerto. CONCLUSÃO: A isquemia prolongada associa-se de forma significativa à disfunção primária do enxerto (DPE) e à falência primária do enxerto, principais causas de mortalidade após o transplante cardíaco, além do prolongamento da internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e a necessidade de suporte circulatório mecânico.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTANA, Vitória Lima Gama de; ANDRADE, Diêgo Correia De. O IMPACTO DO TEMPO DE ISQUEMIA E DA REPERFUSÃO NO TRANSPLANTE CARDÍACO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1449954-O-IMPACTO-DO-TEMPO-DE-ISQUEMIA-E-DA-REPERFUSAO-NO-TRANSPLANTE-CARDIACO. Acesso em: 16/07/2026

Trabalho

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