REJEIÇÃO AGUDA NO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: FISIOPATOLOGIA E MANEJO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
REJEIÇÃO AGUDA NO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: FISIOPATOLOGIA E MANEJO
Autores
  • Willian Rodrigues Ribeiro
  • Anderson Cauê Sales Amorim
  • Harrison Franco Sampaio Saraiva
  • Nicollas Everton Alencar Lacerda
  • Jorge Dutra moura
  • Felipe Cesar Chaves de Oliveira
  • RODRIGO HENRIQUE DE SOUZA XAVIER
  • Jonas Melo freire filho
Modalidade
Resumo
Área temática
09: TECIDOS
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1446548-rejeicao-aguda-no-transplante-de-medula-ossea--fisiopatologia-e-manejo
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Medula Óssea. Rejeição de Transplante.  Rejeição Aguda.
Resumo
INTRODUÇÃO: A rejeição aguda no transplante de medula óssea é uma complicação grave, decorrente da ativação do sistema imune contra o enxerto. Seu estudo é essencial por impactar a sobrevida e a qualidade de vida dos pacientes. OBJETIVO: Analisar mecanismos fisiopatológicos e meios de manejo da rejeição aguda no transplante de medula. MÉTODOS: Revisão narrativa da literatura, com uso de 8 estudos nas bases PubMed e SciELO. RESULTADOS: A técnica depende da interação entre células imunes, envolvendo principalmente linfócitos T(CD8+), células T reguladoras e NK. As células CD8+ do doador são cruciais para a enxertia adequada, enquanto sua deficiência eleva o risco de falha. Em estudo com 21 pacientes submetidos a um segundo transplante, observou-se que 52% sobreviveram até dois anos e 46% até cinco anos, com registro de cinco óbitos nos primeiros 30 dias. A principal causa de mortalidade foi por infecções. Outro estudo, com 42 pacientes, mostrou que, após três meses, as células do doador representavam cerca de 95% do total celular, embora persistisse a presença de citopenias. A rejeição é tida como primária ou secundária: na primária, as células não conseguem se fixar no receptor, falhando em suas funções; na secundária, ocorre perda tardia do enxerto após funcionamento inicial adequado. O manejo baseia-se no diagnóstico precoce e na intensificação da imunossupressão, especialmente com o uso de corticosteroides e moduladores linfocitários. Em casos refratários, podem ser necessárias terapias adicionais ou a indicação de retransplante. CONCLUSÃO: Apesar do risco de rejeição, o transplante de medula óssea é essencial no tratamento de disfunções hematológicas graves, promovendo recuperação funcional, redução de complicações e melhora da qualidade de vida quando bem indicado.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

RIBEIRO, Willian Rodrigues et al.. REJEIÇÃO AGUDA NO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA: FISIOPATOLOGIA E MANEJO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1446548-REJEICAO-AGUDA-NO-TRANSPLANTE-DE-MEDULA-OSSEA--FISIOPATOLOGIA-E-MANEJO. Acesso em: 12/07/2026

Trabalho

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