IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: ESTRATÉGIAS CONTEMPORÂNEAS DE MANEJO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: ESTRATÉGIAS CONTEMPORÂNEAS DE MANEJO
Autores
  • Anderson Cauê Sales Amorim
  • Willian Rodrigues Ribeiro
  • Artur Sabino Florêncio
  • Matheus Targino da Silva
  • Maria Clara Morais Ribeiro
  • Rodrigo Lemos Carneiro
  • Maria Giovanna Alves de Oliveira
  • Jonas Melo freire filho
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1444686-imunossupressao-no-transplante-hepatico--estrategias-contemporaneas-de-manejo
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Fígado. Imunossupressão. Rejeição de Enxerto.
Resumo
INTRODUÇÃO: O transplante hepático é o tratamento definitivo das doenças hepáticas avançadas e requer imunossupressão contínua para prevenir rejeição. Contudo, o uso prolongado desses fármacos associa-se a infecções, toxicidade e neoplasias, impulsionando estratégias mais seguras. Assim, abordagens atuais buscam equilibrar eficácia e segurança, explorando a tolerância imunológica do fígado para reduzir a carga imunossupressora. OBJETIVO: Analisar os avanços no manejo da imunossupressão no transplante hepático. METODOLOGIA: Revisão integrativa da literatura, com seleção de estudos publicados entre 2020 e 2025, escolhidos por relevância temática, nas bases PubMed, SciELO e Elsevier. RESULTADOS: A investigação dos estudos revela que as estratégias atuais de imunossupressão após transplante hepático exploram a tolerância imunológica natural do fígado, o que permite a redução progressiva da carga imunossupressora, com menor toxicidade e preservação do enxerto, resultado da exposição constante aos antígenos intestinais, da atuação reguladora das células de Kupffer e do predomínio de respostas imunorregulatórias no ambiente hepático. Essa situação possibilita uma regulação mais precisa da ativação dos linfócitos e favorece métodos de minimização do uso de medicamentos imunossupressores. Na prática clínica, os inibidores da calcineurina, sobretudo o tacrolimo, continuam sendo fundamentais na terapia, com ajustes graduais que visam manter a função do enxerto, diminuir a inflamação subclínica e prolongar a sobrevivência a longo prazo. CONCLUSÃO: Estratégias baseadas na tolerância imunológica hepática permitem redução progressiva da imunossupressão, com menor toxicidade e preservação do enxerto, favorecendo um manejo individualizado e protocolos futuros mais seguros.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

AMORIM, Anderson Cauê Sales et al.. IMUNOSSUPRESSÃO NO TRANSPLANTE HEPÁTICO: ESTRATÉGIAS CONTEMPORÂNEAS DE MANEJO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1444686-IMUNOSSUPRESSAO-NO-TRANSPLANTE-HEPATICO--ESTRATEGIAS-CONTEMPORANEAS-DE-MANEJO. Acesso em: 12/07/2026

Trabalho

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