REJEIÇÃO CRÔNICA DO ENXERTO HEPÁTICO ASSOCIADA À BAIXA ADESÃO AO IMUNOSSUPRESSOR: RELATO DE CASO EM ADULTO SUBMETIDO A TRANSPLANTE ORTOTÓPICO DE FÍGADO

Publicado em 29/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2355-9

Título do Trabalho
REJEIÇÃO CRÔNICA DO ENXERTO HEPÁTICO ASSOCIADA À BAIXA ADESÃO AO IMUNOSSUPRESSOR: RELATO DE CASO EM ADULTO SUBMETIDO A TRANSPLANTE ORTOTÓPICO DE FÍGADO
Autores
  • Artur Sabino Florêncio
  • Anderson Cauê Sales Amorim
  • Luiz Eduardo Medeiros Vanderlei Almeida Diniz
  • Maria Giovanna Alves de Oliveira
  • Matheus Alexandre Ferreira De Oliveira
  • Pedro Henrique Silva Lima
  • Willian Rodrigues Ribeiro
  • Jonas Melo freire filho
Modalidade
Resumo
Área temática
03: FÍGADO
Data de Publicação
29/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1443973-rejeicao-cronica-do-enxerto-hepatico-associada-a-baixa-adesao-ao-imunossupressor--relato-de-caso-em-adulto-subme
ISBN
978-65-272-2355-9
Palavras-Chave
Transplante de Fígado. Rejeição de Enxerto. Adesão à medicação. Imunossupressores. Tracolimo.
Resumo
INTRODUÇÃO: Apesar do transplante hepático ser a terapêutica definitiva para cirrose descompensada, a rejeição crônica do enxerto permanece causa relevante de falência tardia, especialmente em contextos de adesão inadequada ao regime imunossupressor e de seguimento irregular. OBJETIVO: Descrever a evolução clínica e os desfechos de um paciente com rejeição crônica tardia do enxerto hepático após transplante, destacando o papel da baixa adesão medicamentosa. RELATO DE CASO: Paciente masculino, 46 anos, etilista crônico, portador de cirrose descompensada (Child-Pugh C), com ascite volumosa, encefalopatia grau 2 e varizes esofágicas. Incluído em lista de transplante, foi submetido, em março de 2021, a transplante ortotópico com doador falecido, apresentando boa função inicial do enxerto e normalização progressiva dos exames. Recebeu alta em uso de tacrolimo, micofenolato e corticosteroides. No primeiro ano, manteve seguimento irregular e abandono intermitente da medicação por dificuldade de acesso, com níveis séricos baixos de tacrolimo. Após 28 meses, evoluiu com fadiga, prurido e icterícia flutuante; exames mostraram elevação persistente de FA e GGT, com ultrassom Doppler sem obstrução biliar ou alteração vascular. Biópsia revelou perda ductal progressiva, fibrose portal avançada e lesão vascular obliterativa, compatíveis com rejeição crônica. Mesmo após intensificação imunossupressora, houve progressão para colestase grave e insuficiência do enxerto, sendo indicado retransplante hepático. CONCLUSÃO: O caso evidencia a relação entre baixa adesão ao imunossupressor e rejeição crônica tardia, reforçando a necessidade de acompanhamento multidisciplinar contínuo, monitoramento laboratorial e acessibilidade às terapias para preservar a função do enxerto e a qualidade de vida.
Título do Evento
II Nordeste Transplantes
Cidade do Evento
João Pessoa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nordeste Transplantes
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FLORÊNCIO, Artur Sabino et al.. REJEIÇÃO CRÔNICA DO ENXERTO HEPÁTICO ASSOCIADA À BAIXA ADESÃO AO IMUNOSSUPRESSOR: RELATO DE CASO EM ADULTO SUBMETIDO A TRANSPLANTE ORTOTÓPICO DE FÍGADO.. In: Anais do Congresso Nordeste Transplantes. Anais...João Pessoa(PB) Centro de Convenções de João Pessoa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-nordeste-transplantes/1443973-REJEICAO-CRONICA-DO-ENXERTO-HEPATICO-ASSOCIADA-A-BAIXA-ADESAO-AO-IMUNOSSUPRESSOR--RELATO-DE-CASO-EM-ADULTO-SUBME. Acesso em: 24/06/2026

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