CUIDADO DE SI E SUBJETIVAÇÃO DO DISCURSO FILOSÓFICO: LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO DOCENTE

Publicado em 10/12/2025 - ISBN: 978-65-272-1984-2

DOI
10.29327/9786527219842.1188201  
Título do Trabalho
CUIDADO DE SI E SUBJETIVAÇÃO DO DISCURSO FILOSÓFICO: LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO DOCENTE
Autores
  • Galba Vanderlei Batista Lima
Modalidade
Apresentação de trabalho
Área temática
SIMPÓSIO 6 - Leitura, (multi)letramentos e práticas de ensino
Data de Publicação
10/12/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/i-seminario-estudos-retoricos-discursivos/1188201-cuidado-de-si-e-subjetivacao-do-discurso-filosofico--leitura-e-escrita-na-formacao-docente
ISBN
978-65-272-1984-2
Palavras-Chave
Cuidado de Si, subjetivação, discurso, leitura, escrita.
Resumo
No cuidado de si havia todo um procedimento para a subjetivação do discurso filosófico, de modo que este fosse capaz de constituir um sujeito de veridicção, ou seja, capaz de verdades por si mesmo, por meio de uma relação consigo. Trata-se de algumas práticas específicas relacionadas ao discurso. A pesquisa buscou esse fundamento para investigar na atualidade a relação dos professores de Filosofia com duas práticas de subjetivação do discurso filosófico: a leitura e a escrita. Desenvolveu-se com um enfoque qualitativo, ouvindo, por amostragem, 33 professores. Utilizou-se de um questionário semiestruturado como instrumento de pesquisa, cujo objetivo era identificar possíveis formas de subjetivação do discurso filosófico relacionados com a leitura e a escrita. Os dados coletados mostraram que 52% dos professores desenvolvem algum tipo de leitura filosófica, somente 33% desenvolvem algum tipo de escrita filosófica. O que acontece é que, na tradição do cuidado de si, a leitura filosófica se completava pela escrita. A leitura se prolongava, reforçava-se e reativava-se pela escrita. A escrita era tão importante, que não se podia apenas ler, devia-se alternar leitura e escrita. A composição escrita dava corpo ao que a leitura recolheu. Era escrevendo que se assimilava a própria coisa na qual se pensava. A escrita após a leitura servia para incorporar para si mesmo o discurso ouvido da boca do outro. E, nesse sentido, a relação leitura-escrita ia cumprindo o seu papel na construção de um sujeito de veridicção. Então, quando a pesquisa mostra que apenas 33% dos professores praticam alguma forma de escrita, apesar de um pouco mais da metade praticar a leitura, não se trata de uma leitura filosófica como no cuidado de si. A pesquisa propôs o equilíbrio leitura-escrita por professores de Filosofia, tal como no cuidado de si, como procedimentos viáveis para a subjetivação do discurso filosófico e a constituição de um sujeito de veridicção, mais atento à maneira de se conduzir.
Título do Evento
I SEMINÁRIO DO GRUPO GERDI: ESTUDOS RETÓRICOS E DISCURSIVOS
Título dos Anais do Evento
Anais do I Seminário do Grupo GERDI: Estudos Retóricos e Discursivos
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

LIMA, Galba Vanderlei Batista. CUIDADO DE SI E SUBJETIVAÇÃO DO DISCURSO FILOSÓFICO: LEITURA E ESCRITA NA FORMAÇÃO DOCENTE.. In: Anais do I Seminário do Grupo GERDI: Estudos Retóricos e Discursivos. Anais...Santana do Ipanema(AL) Instituto Federal de Alagoas, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/i-seminario-estudos-retoricos-discursivos/1188201-CUIDADO-DE-SI-E-SUBJETIVACAO-DO-DISCURSO-FILOSOFICO--LEITURA-E-ESCRITA-NA-FORMACAO-DOCENTE. Acesso em: 04/04/2026

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