ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO PARA DEFINIÇÃO DA CURVA IDF COMO BASE PARA PROJETOS DE DRENAGEM SUSTENTÁVEIS EM BELO JARDIM–PE

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2310-8

Título do Trabalho
ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO PARA DEFINIÇÃO DA CURVA IDF COMO BASE PARA PROJETOS DE DRENAGEM SUSTENTÁVEIS EM BELO JARDIM–PE
Autores
  • Taiza Karla Alves Souza
  • Fernando Jeferson de Macedo Nascimento
  • Renan Bezerra Rosa
  • Neyliane Da Silva França
  • VYTHORIA SANTOS
  • Silvanete Severino Da Silva
Modalidade
Resumo expandido (clique aqui para fazer o download do template)
Área temática
Manejo de águas pluviais urbanas
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/i-congresso-pernambucano-recursos-hidricos/1443754-analise-estatistica-de-extremos-de-precipitacao-para-definicao-da-curva-idf-como-base-para-projetos-de-drenagem-
ISBN
978-65-272-2310-8
Palavras-Chave
drenagem urbana, curvas IDF, eventos extremos, drenagem sustentável, semiárido.
Resumo
Este estudo estabeleceu a equação de Intensidade-Duração-Frequência (IDF) para o município de Belo Jardim-PE, visando suprir uma lacuna hidrológica crítica no Agreste pernambucano. A metodologia baseou-se na análise estatística de uma série histórica de precipitações máximas diárias (1990-2025), utilizando a Distribuição de Pareto Generalizada (GPD) para a modelagem de eventos extremos. A aderência do modelo foi validada pelos testes de Anderson-Darling (p=0,9933) e pelo coeficiente de Nash-Sutcliffe (0,9718), o que demonstra superioridade estatística frente a métodos convencionais que tendem a subestimar riscos hídricos locais. O teste de Mann-Kendall confirmou a estacionariedade da série, indicando picos isolados e a não uma tendência linear de aumento, que representa ameaça à segurança hidráulica. Os parâmetros ajustados (a=650,492; d=0,707) revelam um regime pluviométrico de alta agressividade e resposta rápida, característico de flash floods. A aplicação prática no bairro Ponte Nova, área de vulnerabilidade com 23,45 hectares sujeitos à inundação, resultou em uma vazão de projeto de aproximadamente 579 m³/s para um tempo de retorno de 50 anos. Conclui-se que a calha natural do Rio Bitury é insuficiente para o escoamento dessas magnitudes, o que torna indispensável a adoção da nova equação IDF para o dimensionamento de infraestruturas e a implementação de técnicas de drenagem sustentável (LID/SuDS) como estratégia de mitigação de desastres hidrológicos no município.
Título do Evento
I Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SOUZA, Taiza Karla Alves et al.. ANÁLISE ESTATÍSTICA DE EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO PARA DEFINIÇÃO DA CURVA IDF COMO BASE PARA PROJETOS DE DRENAGEM SUSTENTÁVEIS EM BELO JARDIM–PE.. In: Anais do Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos. Anais...Recife(PE) Escola Politécnica de Pernambuco, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/i-congresso-pernambucano-recursos-hidricos/1443754-ANALISE-ESTATISTICA-DE-EXTREMOS-DE-PRECIPITACAO-PARA-DEFINICAO-DA-CURVA-IDF-COMO-BASE-PARA-PROJETOS-DE-DRENAGEM-. Acesso em: 19/05/2026

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