EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM MANGUEZAL ANTROPIZADO DO NORDESTE BRASILEIRO

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2310-8

Título do Trabalho
EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM MANGUEZAL ANTROPIZADO DO NORDESTE BRASILEIRO
Autores
  • Ana Vitória da Silva Araújo
  • Karine Mirelle Jesus Ramos
  • Sandra Dias Barbosa
  • Ana Dolores Santiago de Freitas
Modalidade
Resumo expandido (clique aqui para fazer o download do template)
Área temática
Mudanças climáticas
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/i-congresso-pernambucano-recursos-hidricos/1440983-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-em-manguezal-antropizado-do-nordeste-brasileiro
ISBN
978-65-272-2310-8
Palavras-Chave
Manguezais antropizados; Gases de efeito estufa; Fluxos solo atmosfera; Estuários tropicais.
Resumo
Os manguezais exercem papel essencial no ciclo global do carbono e do nitrogênio, atuando como importantes reservatórios de carbono e potenciais fontes de gases de efeito estufa (GEE). Este estudo avaliou os fluxos de CO2, CH4 e N2O na interface solo–atmosfera em manguezais antropizados do Nordeste brasileiro, considerando gradientes de impacto ambiental em estuários localizados nos estados de Pernambuco, Bahia e Maranhão. Em cada estuário foram selecionadas áreas com diferentes níveis de interferência antrópica, incluindo sítios impactados e áreas controle. As coletas foram realizadas por meio de câmaras estáticas, com determinação de CO2 e CH4 por detector de ionização de chama (FID) acoplado a metanador, e de N2O por detector de captura de elétrons (ECD). Os fluxos foram calculados a partir da variação temporal das concentrações no interior das câmaras, considerando volume, temperatura e área amostrada. Até o momento, foram concluídas três campanhas no manguezal do rio Tibiri (MA). Os resultados preliminares indicaram fluxos relativamente constantes de CO2 entre os sítios, sugerindo atividade respiratória homogênea do sedimento. Em contraste, o CH4 apresentou elevada variabilidade espacial, com emissões superiores a 600 µg m?² h?¹ em um dos sítios, indicando possível hotspot associado a condições mais anóxicas e maior disponibilidade de matéria orgânica lábil. Os fluxos de N2O foram baixos e variáveis, incluindo registros de absorção atmosférica. Os dados evidenciam respostas distintas dos GEE às condições ambientais, ressaltando a importância dos manguezais antropizados no balanço regional de emissões.
Título do Evento
I Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ARAÚJO, Ana Vitória da Silva et al.. EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM MANGUEZAL ANTROPIZADO DO NORDESTE BRASILEIRO.. In: Anais do Congresso Pernambucano de Recursos Hídricos. Anais...Recife(PE) Escola Politécnica de Pernambuco, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/i-congresso-pernambucano-recursos-hidricos/1440983-EMISSOES-DE-GASES-DE-EFEITO-ESTUFA-EM-MANGUEZAL-ANTROPIZADO-DO-NORDESTE-BRASILEIRO. Acesso em: 12/07/2026

Trabalho

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