SAÚDE DA MULHER EM RISCO: O IMPACTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO CUIDADO MATERNO

Publicado em 21/07/2026 - ISBN: 978-65-272-2604-8

Título do Trabalho
SAÚDE DA MULHER EM RISCO: O IMPACTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO CUIDADO MATERNO
Autores
  • Emilly Paulino Barbosa
  • Maria Yasmim Oliveira Alves
  • Anna Biatriz Viana de Sousa
  • Karla Lanay Pereira Carneiro
  • allyriana rodrigues de sousa
  • Israel Coutinho Sampaio Lima
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
TEMAS LIVRES: A submissão de temas livres abrange uma ampla diversidade de abordagens, incluindo estudos clínicos, relatos de experiência, revisões de literatura e pesquisas experimentais, contemplando diferentes áreas da enfermagem, como atenção básica, urgência e emergência, saúde coletiva, gestão em saúde, enfermagem hospitalar, saúde mental, entre outras. Além de estudos envolvendo relatórios técnicos, culturais e de extensão universitária.
Data de Publicação
21/07/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/i-congresso-de-enfermagem-do-uninta-itapipoca-icoenf-698097/1571349-saude-da-mulher-em-risco--o-impacto-da-violencia-obstetrica-no-cuidado-materno
ISBN
978-65-272-2604-8
Palavras-Chave
Violência obstétrica; Saúde da mulher; Gestação.
Resumo
INTRODUÇÃO: O momento do parto deveria ser marcado por acolhimento, segurança e respeito. No entanto, muitas mulheres vivenciam o oposto: gritos, procedimentos sem consentimento, negligência e humilhações. A isso dar-se-á o nome de violência obstétrica. Para a Organização Mundial de Saúde, o cuidado desrespeitoso e abusivo durante o parto é uma violação dos direitos humanos. No Brasil, dados da pesquisa “Nascer no Brasil” apontam que 1 em cada 4 mulheres sofre algum tipo de violência no parto. Isso compromete não só a experiência da maternidade, mas a saúde física e mental da mulher a longo prazo. Diante desse cenário, surge a necessidade de discutir o papel dos profissionais de saúde, especialmente da Enfermagem, na garantia de uma assistência livre de violências e centrada na mulher. Diante do exposto, tem-se como questão norteadora: como a violência obstétrica impacta a saúde física e emocional das mulheres durante a gestação e no parto? OBJETIVO: Apresentar como a violência obstétrica influencia a saúde da mulher, destacando seus impactos no cuidado materno e na qualidade da assistência durante o pré-natal, parto e pós-parto, com ênfase na atuação da enfermagem. MÉTODO: Este estudo foi construído tendo como base a revisão de literatura do tipo narrativa, com abordagem qualitativa, com caráter descritivo e exploratório. Foi realizada busca nos bancos de dados online: Google Acadêmica, Scientific Electronic Library Online (SciELO), PubMed, utilizando os descritores: “violência obstétrica”, “saúde da mulher” e “gestação”. Foram incluídos estudos disponíveis na íntegra, em língua portuguesa e relacionados diretamente ao tema, priorizando publicações mais recentes. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A literatura aponta que as formas mais comuns de violência obstétrica incluem: episiotomia sem indicação, manobra de Kristeller, restrição ao acompanhante, violência verbal e procedimentos sem esclarecimento ou consentimento. Os impactos relatados vão desde lesões físicas, infecções e dor crônica, até traumas psicológicos como depressão pós-parto, ansiedade e medo de novas gestações. A discussão girará em torno de como essas práticas fragilizam o vínculo entre profissional e paciente e violam a autonomia da mulher. Também será debatido o papel crucial da Enfermagem obstétrica como barreira de proteção, promovendo boas práticas, educação em saúde e defesa dos direitos da parturiente, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde e pela Lei do Acompanhante. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A violência obstétrica é um problema de saúde pública que demanda enfrentamento urgente. A superação desse cenário passa pela formação profissional humanizada, pela conscientização das mulheres sobre seus direitos e pela fiscalização das maternidades. A Enfermagem tem papel central nesse processo, sendo ponte entre o saber técnico e o cuidado afetivo. Garantir um parto respeitoso é garantir o direito da mulher à sua própria história.
Título do Evento
I CONGRESSO DE ENFERMAGEM DO UNINTA ITAPIPOCA - ICOENF
Cidade do Evento
Itapipoca
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso de Enfermagem do UNINTA, Campus Itapipoca
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BARBOSA, Emilly Paulino et al.. SAÚDE DA MULHER EM RISCO: O IMPACTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO CUIDADO MATERNO.. In: Anais do I Congresso de Enfermagem do UNINTA, Campus Itapipoca. Anais...Itapipoca(CE) UNINTA, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/i-congresso-de-enfermagem-do-uninta-itapipoca-icoenf-698097/1571349-SAUDE-DA-MULHER-EM-RISCO--O-IMPACTO-DA-VIOLENCIA-OBSTETRICA-NO-CUIDADO-MATERNO. Acesso em: 06/11/2026

Trabalho

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