ESQUISTOSSOMOSE NA BAHIA: ANÁLISE DOS CASOS NOTIFICADOS DE ACORDO COM O PERFIL CLÍNICO NO PERÍODO DE 2016 A 2024

Publicado em 30/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2544-7

Título do Trabalho
ESQUISTOSSOMOSE NA BAHIA: ANÁLISE DOS CASOS NOTIFICADOS DE ACORDO COM O PERFIL CLÍNICO NO PERÍODO DE 2016 A 2024
Autores
  • ANA LOUISE DOS SANTOS ALMEIDA DA SILVA
  • Julia Mello
  • Arthur Santos De Oliveira
  • Luana Lira Dos Santos
  • Sofia Clarissa Novaes Gonçalves
  • Ana Carolina De Pinho Veloso Feitosa
  • Rafael Bruno Sabino Leite Sá Barreto
Modalidade
Pôster
Área temática
Gastroenterologia
Data de Publicação
30/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/gastrobahia26/1465554-esquistossomose-na-bahia--analise-dos-casos-notificados-de-acordo-com-o-perfil-clinico-no-periodo-de-2016-a-2024
ISBN
978-65-272-2544-7
Palavras-Chave
Esquistossomose, Bahia, formas clínicas, notificações.
Resumo
Introdução: A esquistossomose é uma infecção helmíntica crônica e negligenciada, revelando-se um problema de saúde pública particularmente relevante em áreas de maior vulnerabilidade social nas regiões tropicais e subtropicais. Apresenta amplo espectro clínico, variando desde formas intestinais leves a apresentações hepatointestinais e hepatoesplênicas graves. Na Bahia, a doença apresenta caráter endêmico em diversas regiões. Logo, a análise dos casos notificados conforme a forma clínica é fundamental para a avaliação da gravidade da doença e planejamento de estratégias de controle. Entretanto, a incompletude de dados pode comprometer a interpretação epidemiológica. Objetivo: Analisar o perfil das notificações de esquistossomose segundo forma clínica no estado da Bahia entre 2016 e 2024. Método: Estudo descritivo e retrospectivo, com dados secundários do SINAN/DATASUS. Foram analisados todos os casos confirmados de esquistossomose residentes na Bahia no período de 2016 a 2024 segundo a variável "forma clínica", que os classifica em: Intestinal, Hepatointestinal, Hepatoesplênica, Aguda, Outras e Ignorada/Branco. Resultados: Foram registrados 3.002 casos. A forma intestinal foi a mais frequente entre registros preenchidos (39,6%), porém observou-se elevada proporção de dados ignorados/branco (44,5%), atingindo 61,3% em 2022. A forma hepatoesplênica foi a segunda mais comum (n=130; 4,34%), seguida de outras formas clínicas (n=124; 4,13%). Conclusão: A análise revela que o controle da esquistossomose na Bahia enfrenta dois grandes desafios: a subnotificação clínica e a persistência de formas graves. A elevada incompletude do dado “forma clínica” limita a avaliação da gravidade da doença e destaca a necessidade de aprimoramento do registro das notificações. Conclui-se que, além de medidas de saneamento, é preciso melhorar a qualidade da vigilância para que a redução numérica de casos reflita uma real queda da morbidade.
Título do Evento
5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia
Cidade do Evento
Salvador
Título dos Anais do Evento
Anais do 5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia / 2026
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, ANA LOUISE DOS SANTOS ALMEIDA DA et al.. ESQUISTOSSOMOSE NA BAHIA: ANÁLISE DOS CASOS NOTIFICADOS DE ACORDO COM O PERFIL CLÍNICO NO PERÍODO DE 2016 A 2024.. In: Anais do 5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia / 2026. Anais...Salvador(BA) Centro de Convenções do Hotel Mercure-Salvador, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/gastrobahia26/1465554-ESQUISTOSSOMOSE-NA-BAHIA--ANALISE-DOS-CASOS-NOTIFICADOS-DE-ACORDO-COM-O-PERFIL-CLINICO-NO-PERIODO-DE-2016-A-2024. Acesso em: 11/08/2026

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