PREDOMINÂNCIA FEMININA NA OBESIDADE E COLELITÍASE AO LONGO DE UMA SÉRIE TEMPORAL (2015–2025): HÁ UMA CONEXÃO EPIDEMIOLÓGICA?

Publicado em 30/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2544-7

Título do Trabalho
PREDOMINÂNCIA FEMININA NA OBESIDADE E COLELITÍASE AO LONGO DE UMA SÉRIE TEMPORAL (2015–2025): HÁ UMA CONEXÃO EPIDEMIOLÓGICA?
Autores
  • Pamela Rayssa Carvalho De Almeida
  • Maria Mel de Matos Santos Gomes
  • Gabriel Araújo Rodrigues
  • João Victor Fernandes Oliveira Santos
  • Annanda Carneiro Miranda
  • Bruna Venas de Almeida Costa
  • Isabella de Andrade Oliveira
Modalidade
Pôster
Área temática
Gastroenterologia
Data de Publicação
30/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/gastrobahia26/1464445-predominancia-feminina-na-obesidade-e-colelitiase-ao-longo-de-uma-serie-temporal-(20152025)--ha-uma-conexao-epi
ISBN
978-65-272-2544-7
Palavras-Chave
Colelitíase, obesidade, sexo feminino, epidemiologia, série temporal
Resumo
Introdução: A colelitíase e a colecistite apresentam associação com fatores metabólicos, especialmente a obesidade. O excesso de tecido adiposo promove aumento da síntese hepática de colesterol, levando à supersaturação da bile, além de reduzir a motilidade da vesícula biliar, favorecendo a formação de cálculos. Paralelamente, fatores hormonais, como o estrogênio, aumentam a secreção de colesterol e diminuem o esvaziamento vesicular, justificando a maior prevalência dessas condições no sexo feminino. Objetivo: Analisar a associação entre sexo e a ocorrência de obesidade e colelitíase/colecistite no Brasil. Método: Estudo ecológico, retrospectivo, baseado em dados do DATASUS entre 2015 e 2025, com análise das internações por colecistite/colelitíase e obesidade, estratificadas por sexo. A associação entre as variáveis foi avaliada por meio do teste do qui-quadrado de independência, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Observou-se predominância do sexo feminino tanto nos casos de colelitíase/colecistite (aproximadamente 56%) quanto de obesidade (cerca de 87%). O teste do qui-quadrado evidenciou associação estatisticamente significativa entre sexo e ocorrência das condições (?² = 48.796; p < 0,001), indicando que a distribuição não ocorre de forma independente. A maior discrepância observada na obesidade sugere seu possível papel como fator intermediário na maior ocorrência de doença biliar em mulheres. Conclusão: Existe associação significativa entre sexo feminino e maior ocorrência de obesidade e colelitíase/colecistite no Brasil. Esses achados reforçam a influência de fatores hormonais e metabólicos na fisiopatologia dessas condições, sugerindo que a obesidade pode atuar como importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças biliares, especialmente em mulheres.
Título do Evento
5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia
Cidade do Evento
Salvador
Título dos Anais do Evento
Anais do 5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia / 2026
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ALMEIDA, Pamela Rayssa Carvalho De et al.. PREDOMINÂNCIA FEMININA NA OBESIDADE E COLELITÍASE AO LONGO DE UMA SÉRIE TEMPORAL (2015–2025): HÁ UMA CONEXÃO EPIDEMIOLÓGICA?.. In: Anais do 5o. Congresso Baiano de Gastroenterologia / 2026. Anais...Salvador(BA) Centro de Convenções do Hotel Mercure-Salvador, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/gastrobahia26/1464445-PREDOMINANCIA-FEMININA-NA-OBESIDADE-E-COLELITIASE-AO-LONGO-DE-UMA-SERIE-TEMPORAL-(20152025)--HA-UMA-CONEXAO-EPI. Acesso em: 11/08/2026

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