IMPACTO DO CONSUMO DA FARINHA DE MANDIOCA SOBRE O PERFIL LIPÍDICO E REDOX DE RATOS DISLIPIDÊMICOS

Publicado em 02/12/2019 - ISBN: 978-85-5722-316-5

Título do Trabalho
IMPACTO DO CONSUMO DA FARINHA DE MANDIOCA SOBRE O PERFIL LIPÍDICO E REDOX DE RATOS DISLIPIDÊMICOS
Autores
  • Marcelo Endres
  • Amanda Maciel
  • Luiza Ferracini Cunha
  • Alethea Gatto Barschak
Modalidade
Resumo
Área temática
Iniciação Científica
Data de Publicação
02/12/2019
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congressoufcspa/190786-impacto-do-consumo-da-farinha-de-mandioca-sobre-o-perfil-lipidico-e-redox-de-ratos-dislipidemicos
ISBN
978-85-5722-316-5
Palavras-Chave
hipercolesterolemia, colesterol, farinha de mandioca, estresse oxidativo, perfil lipídico, perfil bioquímico
Resumo
As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte no mundo moderno. Um dos principais fatores de risco para essas doenças é o colesterol total elevado. Sugere-se que o aumento da produção de espécies reativas está associado a ingesta de gordura, contribuindo para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras como a aveia e a farinha de mandioca, podem reduzir os níveis de colesterol plasmático. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da farinha de mandioca sobre o perfil bioquímico e redox plasmáticos de ratos dislipidêmicos e a histologia de tecido hepático. Trinta ratos Wistar (8 semanas) foram divididos em 3 grupos e tratados durante 8 semanas: Controle, Dieta Rica em Colesterol (HC) - contendo 40% de gordura+1% de colesterol+1% de ácido cólico, Dieta Rica em Colesterol + Farinha de Mandioca (HCF). A massa corporal e consumo alimentar dos animais foram avaliados semanalmente. Após a eutanásia, foram realizadas análises em plasma do perfil bioquímico e de estresse oxidativo e histologia hepática. O perfil lipídico nos grupos HC e HCF não diferiram entre si, porém apresentaram valores de colesterol total aumentado. A enzima AST apresentou-se aumentada nos grupos tratados com farinha, enquanto ALT ficou aumentada somente no grupo HCF. Em plasma a farinha de mandioca não foi capaz de proteger os animais da lipoperoxidação, conforme os resultados de TBARS, porém observamos um aumento do conteúdo de sulfidrilas no grupo HCF. Os achados histológicos mostram que a farinha parece retardar a progressão da NASH. A farinha de mandioca aumentou o nível de grupamentos sulfidrilas, sugerindo um possível mecanismo compensatório ao consumo excessivo de gordura, bem como parece retardar a progressão da NASH. No entanto, não foi capaz de proteger os animais da lipoperoxidação ou melhorar o perfil lipídico.
Título do Evento
Congresso UFCSPA: conectando saúde e sociedade
Cidade do Evento
Porto Alegre
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso UFCSPA: conectando saúde e sociedade
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ENDRES, Marcelo et al.. IMPACTO DO CONSUMO DA FARINHA DE MANDIOCA SOBRE O PERFIL LIPÍDICO E REDOX DE RATOS DISLIPIDÊMICOS.. In: Anais do Congresso UFCSPA: conectando saúde e sociedade. Anais...Porto Alegre(RS) UFCSPA, 2020. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/CongressoUFCSPA/190786-IMPACTO-DO-CONSUMO-DA-FARINHA-DE-MANDIOCA-SOBRE-O-PERFIL-LIPIDICO-E-REDOX-DE-RATOS-DISLIPIDEMICOS. Acesso em: 18/06/2026

Trabalho

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