EPIDEMIOLOGIA DA HANSENÍASE NA BAIXADA MARANHENSE: AVANÇOS E DESAFIOS

Publicado em 28/11/2025 - ISBN: 978-65-85172-14-1

Título do Trabalho
EPIDEMIOLOGIA DA HANSENÍASE NA BAIXADA MARANHENSE: AVANÇOS E DESAFIOS
Autores
  • Adelson Viegas Fonseca
  • brenda larissa silva mello
  • Eduardo Silva Ahid Soares
  • Vitor César de Abreu Praseres
  • Mayra Sharlenne Moraes Araújo
  • Francyelle Costa Moraes
Modalidade
Banner
Área temática
EIXO 3 - VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Data de Publicação
28/11/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-ses/1088435-epidemiologia-da-hanseniase-na-baixada-maranhense--avancos-e-desafios
ISBN
978-65-85172-14-1
Palavras-Chave
Hanseníase, Epidemiologia, Saúde pública
Resumo
Introdução: A hanseníase, uma doença infecciosa crônica, continua a ser um desafio de saúde pública no Maranhão, especialmente em áreas com acesso limitado a serviços de saúde. A Baixada Maranhense, com suas características socioeconômicas e geográficas, demanda atenção especial para o controle e erradicação da doença. O monitoramento contínuo e a capacitação de profissionais são essenciais para reverter esse quadro. Objetivo: Identificar o perfil epidemiológico da hanseníase na Baixada Maranhense, no período de 2019 a 2024. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, transversal com dados sobre hanseníase registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), disponibilizados pelo departamento de Informação e Informática do SUS, referente ao período de 2019 e 2024. Resultados: Entre 2019 e 2024, foram identificados 430 casos na Baixada Maranhense, sendo 2019 o ano de maior incidência com 62,37% dos casos. Em relação a 2024, já foram 35,1% notificações, mostrando uma otimista diminuição. Dos 21 municípios que compõem a Baixada Maranhense, a incidência da doença destaca-se em: Pinheiro (20,9% ), Arari (16%) e Viana (9%). O sexo masculino apresenta prevalência de 57,4% dos casos e o feminino, 42,5%. Considerações finais: A redução nos casos de hanseníase na Baixada Maranhense entre 2019 e 2024 representa um avanço significativo, mas os números ainda são altos, exigindo estratégias específicas, especialmente nos municípios com maior incidência: Pinheiro, Arari e Viana. Para fortalecer as políticas de saúde, é essencial aprimorar a vigilância epidemiológica, intensificar o diagnóstico precoce e garantir a capacitação contínua dos profissionais. Além disso, a gestão deve ser adaptada às realidades locais, ampliando o acesso ao tratamento e promovendo a integração entre governos estaduais, municipais e a comunidade. A colaboração entre órgãos de saúde e organizações locais é fundamental para o controle efetivo da hanseníase.
Título do Evento
2º Congresso Cuidar de Todos: Municipalismo Forte na Gestão do SUS” – 2º Congresso de Saúde Coletiva do Estado do Maranhão & 4ª Mostra Científica da SES/MA.
Cidade do Evento
São Luís
Título dos Anais do Evento
Anais do 2º Congresso Cuidar de Todos, 2º Congresso de Saúde Coletiva do Maranhão e 4ª Mostra Científica SES-MA
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FONSECA, Adelson Viegas et al.. EPIDEMIOLOGIA DA HANSENÍASE NA BAIXADA MARANHENSE: AVANÇOS E DESAFIOS.. In: Anais do 2º Congresso Cuidar de Todos, 2º Congresso de Saúde Coletiva do Maranhão e 4ª Mostra Científica SES-MA. Anais...São Luís(MA) Multicenter Sebrae, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-ses/1088435-EPIDEMIOLOGIA-DA-HANSENIASE-NA-BAIXADA-MARANHENSE--AVANCOS-E-DESAFIOS. Acesso em: 13/06/2026

Trabalho

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