TRATAMENTO DE FÍSTULAS ESOFÁGICAS USANDO VÁCUO – RELATO DE EXPERIÊNCIA

Publicado em 09/10/2025 - ISBN: 978-65-272-1743-5

Título do Trabalho
TRATAMENTO DE FÍSTULAS ESOFÁGICAS USANDO VÁCUO – RELATO DE EXPERIÊNCIA
Autores
  • Talitta Stephanie Barbosa Alves
  • Bruna Aliotto Nalin Tedesco
  • Mallú Emrich Leão
  • Victor Mendonça Salles
  • RAPHAEL INTERLICK DO NASCIMENTO
  • Giovana Tuccille Gomes Brambilla
  • Érika Veruska Paiva Ortolan
Modalidade
Trabalhos Científicos
Área temática
Outro
Data de Publicação
09/10/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-paulista-cirurgia-pediatrica/1238138-tratamento-de-fistulas-esofagicas-usando-vacuo--relato-de-experiencia
ISBN
978-65-272-1743-5
Palavras-Chave
Endoscopia Digestiva Alta, terapia a vácuo, fístula, atresia de esôfago, fístula esofágica, ingestão de cáustico
Resumo
Introdução: Fístulas esofágicas pediátricas são complicações graves, comuns após atresia de esôfago ou ingestão de cáusticos. O tratamento tradicional é longo ou com alta morbidade. A Terapia Endoscópica a Vácuo (TEV) surge como alternativa minimamente invasiva, promovendo cicatrização e evitando cirurgias. Este trabalho relata a experiência da Cirurgia Pediátrica da UNESP – Botucatu com sete casos, abordando técnicas, eficácia clínica e dados da literatura. Relato de Experiência: Sete pacientes foram tratados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu com terapia endoscópica a vácuo. A idade dos pacientes variou de 10 dias a 3 anos. Destes, seis pacientes possuíam diagnóstico inicial de atresia esofágica tipo C e um paciente teve diagnóstico de fístula esôfago traqueal após ingestão caustica. Dos pacientes com atresia esofágica, três evoluíram com estenose esofágica e tiveram fistula esôfago-mediastinal diagnostica após dilatação endoscópica. Todos foram tratados com TEV e obtiveram sucesso no fechamento da fístula entre 14 a 79 dias. Outros três pacientes evoluíram com fistula esôfago-mediastinal nos primeiros dias de pós operatório e foram tratados com TEV. Dois obtiveram sucesso no tratamento entre 12 a 30 dias. Um paciente apresentou falha de tratamento e foi submetido a reabordagem cirúrgica após 28 dias. A TEV com sonda sobre sonda teve falha para tratamento da fistula esôfago traqueal após acidente caustico e o paciente foi submetido a esofagostomia. Técnicas Aplicadas: • Sonda sob Sonda: Sonda 6 Fr dentro da 10 Fr com aspiração contínua. • Gaze + Filme: Gaze enrolada envolta em filme perfurado. Discussão: A TEV mostrou-se eficaz no tratamento de fístulas esofágicas na maioria dos casos, evitando a reabordagem cirúrgica em casos complexos. Estudos (Pereira, Kühner, Denzer) apontam até 89% de sucesso e menor mortalidade. Início precoce, fístulas pequenas, boa fixação e uso de gaze com filme são fatores positivos. Conclusão: A experiência da UNESP – Botucatu confirma a eficácia da TEV no tratamento de fístulas esofágicas pediátricas. Trata-se de técnica segura, com alta taxa de sucesso e alta aplicabilidade na prática clínica.
Título do Evento
14º Congresso Paulista de Cirurgia Pediátrica
Cidade do Evento
São Paulo
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Paulista de Cirurgia Pediátrica: cirurgia neonatal, o início de uma grande jornada
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ALVES, Talitta Stephanie Barbosa et al.. TRATAMENTO DE FÍSTULAS ESOFÁGICAS USANDO VÁCUO – RELATO DE EXPERIÊNCIA.. In: Anais do Congresso Paulista de Cirurgia Pediátrica: cirurgia neonatal, o início de uma grande jornada. Anais...Sao Paulo(SP) HSPE, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-paulista-cirurgia-pediatrica/1238138-TRATAMENTO-DE-FISTULAS-ESOFAGICAS-USANDO-VACUO--RELATO-DE-EXPERIENCIA. Acesso em: 05/04/2026

Trabalho

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