ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRAS DE QUEIJO MINAS FRESCAL COMERCIALIZADO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

Publicado em 10/01/2026 - ISBN: 978-85-7814-633-7

Título do Trabalho
ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRAS DE QUEIJO MINAS FRESCAL COMERCIALIZADO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
Autores
  • Beatriz Felix Nunes Da Silva
  • jailton jose da silva
  • Rafaelle Nogueira de Sousa
  • Stefanie Cristina
  • Alfredo Hitoshi Maeda
Modalidade
Edital de inscrição ( resumo expandido)
Área temática
Biomedicina
Data de Publicação
10/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-metodista-2025/1271629-analise-microbiologica-de-amostras-de-queijo-minas-frescal-comercializado-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo
ISBN
978-85-7814-633-7
Palavras-Chave
microorganismos, queijo Minas, análise, contaminação, bactérias.
Resumo
Introdução: O queijo Minas frescal é um dos derivados lácteos mais consumidos no Brasil, caracterizando-se por ser um produto de alta umidade, textura macia e sabor suave. Justamente por apresentar elevada atividade de água e não passar por processos de maturação, este alimento torna-se altamente suscetível à contaminação microbiana durante sua produção, manipulação e armazenamento (FRANCO; LANDGRAF, 2008). Diversos microrganismos podem estar presentes nesse tipo de queijo, incluindo bactérias lácticas benéficas e, em alguns casos, patógenos de relevância para a saúde pública como Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Salmonella spp. (BRASIL, 2001). Dessa forma, a avaliação microbiológica é essencial para assegurar a conformidade com a legislação sanitária e garantir a qualidade do produto disponibilizado ao consumidor. Objetivos: O presente estudo tem como objetivo realizar análise microbiológica de amostras de queijo Minas frescal comercializado na região metropolitana de São Paulo, por meio da contagem de microrganismos indicadores e da verificação da conformidade com os parâmetros estabelecidos pela legislação brasileira. Metodologia: Contagem padrão de microrganismos mesófilos aeróbios estritos e facultativos viáveis, conforme estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Resultados: O estudo segue em andamento, foram analisadas 2 amostras até o presente momento que apresentaram os seguintes valores: 4,9 x102 Unidades Formadoras de colônia por grama (UFC/g) para a amostra A e 1,6 x 103 UFC/g para a amostra B. Discussão: Os resultados obtidos demonstram que as amostras estão dentro do limite aceitável. A existência de mesófilos, apesar de estar dentro do limite aceitável, evidencia a presença de carga microbiana, o que pode reduzir a vida útil do produto e comprometer suas características sensoriais a depender do tempo de consumo. Estudos prévios apontam que o queijo Minas frescal é um alimento de risco elevado, devido à sua alta umidade e à ausência de barreiras tecnológicas como a maturação ou o uso de conservantes (GERMANO; GERMANO, 2015). Assim, práticas inadequadas de higiene podem facilitar a contaminação por microrganismos patogênicos, representando ameaça à saúde do consumidor. Conclusão: O estudo parcial demonstrou que as amostras de queijo Minas frescal analisadas apresentaram, em sua maioria, qualidade microbiológica aceitável, porém, recomenda-se o fortalecimento das medidas de controle higiênicosanitário em todas as etapas da cadeia produtiva, bem como a realização de fiscalizações periódicas e capacitação dos profissionais envolvidos, a fim de garantir a segurança alimentar e a proteção da saúde pública visto que foi encontrado carga microbiana nas amostras. O estudo segue em andamento, portanto os próximos resultados estão em análise. Referências Bibliográficas. BRASIL. Resolução RDC nº 12, de 2 de janeiro de 2001. Regulamento Técnico sobre padrões microbiológicos para alimentos. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Diário Oficial da União, Brasília, 2001. FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. GERMANO, P. M. L.; GERMANO, M. I. S. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 5. ed. Barueri: Manole, 2015. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Pecuária Municipal. Brasília: IBGE, 2021. Disponível em: https://www.ibge.gov.br. Acesso em: 20 ago. 2025. MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Métodos Analíticos Oficiais para Análises Microbiológicas de Produtos de Origem Animal e Água. Brasília: MAPA, 2003. SILVA JUNIOR, E. A. Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 4. ed. São Paulo: Liv. Varela, 2001.
Título do Evento
Congresso Metodista 2025
Cidade do Evento
São Bernardo do Campo
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Metodista – 2025
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Beatriz Felix Nunes Da et al.. ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE AMOSTRAS DE QUEIJO MINAS FRESCAL COMERCIALIZADO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO.. In: Anais do Congresso Metodista – 2025. Anais...Sao Bernardo do Campo(SP) Umesp, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-metodista-2025/1271629-ANALISE-MICROBIOLOGICA-DE-AMOSTRAS-DE-QUEIJO-MINAS-FRESCAL-COMERCIALIZADO-NA-REGIAO-METROPOLITANA-DE-SAO-PAULO. Acesso em: 08/02/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes