O ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL, E O REFLEXO COMUNICACIONAL DAS ORGANIZAÇÕES COM ACIONISTAS E MERCADO.

Publicado em 10/01/2026 - ISBN: 978-85-7814-633-7

Título do Trabalho
O ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL, E O REFLEXO COMUNICACIONAL DAS ORGANIZAÇÕES COM ACIONISTAS E MERCADO.
Autores
  • Oswaldo Martins dos Santos Filho
Modalidade
Edital de inscrição ( resumo expandido)
Área temática
Comunicação
Data de Publicação
10/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-metodista-2025/1269120-o-indice-de-sustentabilidade-empresarial-e-o-reflexo-comunicacional-das-organizacoes-com-acionistas-e-mercado
ISBN
978-85-7814-633-7
Palavras-Chave
Sustentabilidade Empresarial, Responsabilidade Social Corporativa, Índice de Sustentabilidade Empresarial e Estudo de Eventos
Resumo
Diante da necessidade de inserção de políticas de desenvolvimento sustentável dentro do contexto das organizações, as empresas investem em recursos esperando que a adoção dessas práticas possa trazer benefícios econômicos e estratégicos, refletidos na imagem da organização e na sua valorização no mercado. Neste cenário, Índices de Sustentabilidade foram criados em escala global, e estes índices em geral, avaliam várias dimensões das relações da organização com a sociedade, meio ambiente e com os provedores de capital para a empresa. No Brasil, especificamente no ano de 2005, foi criado o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) para reunir as ações de empresas que incorporam em suas diretrizes de negócio práticas de responsabilidade social e sustentabilidade empresarial. Com isso, o presente estudo tem por objetivo verificar qual o impacto no valor das ações de uma amostra de 43 empresas perante a entrada ou saída delas das carteiras do ISE, e a partir destes resultados compreender como a comunicação empresarial é direcionada aos acionistas e mercado a fim de justificar o investimento em práticas de desenvolvimento sustentável, evidenciando as ações realizadas com os conceitos do TRIPLE BOTOM LINE. É crescente a preocupação da sociedade com a necessidade de se buscar equilíbrio entre desenvolvimento econômico, meio ambiente e justiça social. Nessa conjuntura, coloca-se em questão o papel das empresas no contexto humano e social, dando força a alternativas conceituais administrativas mais amplas e que ressaltem a importância estratégica de atender aos interesses dos principais envolvidos que afetam ou são afetados pelo alcance dos objetivos da empresa (FREEMAN, 1984). Com isso, segundo Elkington (2001), surge um novo paradigma conhecido como Triple Bottom Line, o qual sugere que as organizações podem atingir a sustentabilidade se avaliarem os aspectos econômicos, sociais e ambientais de suas atividades. Nasce então o conceito de investimentos socialmente responsáveis ou “SRI” do inglês Social Responsible Investments, também chamados de “fundos éticos” ou “fundos verdes”. Conforme Cowton (1994), os investimentos éticos são aqueles que adotam no gerenciamento dos seus portfólios critérios sociais ou éticos. Os investimentos socialmente responsáveis mudaram a ordem da procura dos investidores por ações, os quais não tinham a preocupação de analisar se a empresa desenvolvia ações focadas em sustentabilidade. A opção deste investidor seria pelo tipo de ação que resultaria em maiores lucros, independente da forma de atuação da empresa. Este novo investidor considera importante checar a atuação da empresa em relação ao meio ambiente, em favor da comunidade e nas relações de trabalho, isto porque querem colocar seus recursos em empresas sustentáveis que adotem a governança corporativa e trabalhem dentro de parâmetros do ponto de vista ambiental e social. Estas aplicações ganham força no mercado porque consideram que essas companhias geram valor para o acionista e para toda sociedade ao longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais (BOVESPA, 2006). Diante desta nova tendência dos mercados de capitais, a Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA, lançou o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial, em 30 de novembro de 2005, que têm por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, bem como atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro. O índice também constitui ferramenta para análise comparativa das empresas listadas na BOVESPA sob o aspecto da sustentabilidade corporativa, baseada na eficiência econômica, no equilíbrio ambiental, na justiça social e na governança corporativa. As três dimensões da sustentabilidade são abordadas por meio dos temas desenvolvimento econômico, responsabilidade social corporativa e gestão ambiental. Além disso, são feitas referências aos seguintes temas: governança corporativa, por sua importância e por estar relacionado entre os critérios de avaliação das empresas quem compõem o ISE, e mercado de capitais. A confirmação de um melhor desempenho seria um motivador para que as outras empresas seguissem igual caminho, ratificando a rota do desenvolvimento sustentável. Situação Problema Segundo Marconi e Lakatos (2007 p.26), “Toda Pesquisa deve ter um objetivo determinado para saber o que se vai procurar e o que se pretende alcançar” Assim nossas inquietações devem responder as seguintes questões: Por quê? Para quê? Para quem? • Dar visibilidade ao tema do assédio moral • Para prevenir, minimizar ou evitar o assédio moral • Para os indivíduos Objetivo Geral: O objetivo geral desta pesquisa é compreender o que estaria levando a deterioração das relações interpessoais no ambiente de trabalho; Objetivo específico Compreender as motivações que levam ao assédio moral no serviço público; Verificar se se trata de um padrão cultural por se tratar de uma esfera pública Propor ações preventivas para prevenir ou evitar o assédio moral no serviço público. Problema de Pesquisa e Objetivo Geral da Pesquisa O cenário descrito anteriormente motivou a formulação do tema acerca da influência da sustentabilidade ambiental e social sobre o sucesso e a competitividade empresarial, buscando responder à pergunta: existe algum impacto observado no valor da ação da empresa pela divulgação da carteira do ISE? E a partir desta análise qual é o processo comunicacional das organizações pertencentes ao ISE para informar aos acionistas e mercado em geral as práticas sustentáveis empresariais que refletem na capacidade de investimento destas organizações e o alinhamento com seu plano estratégico empresarial. O objetivo geral desta dissertação é responder à indagação acima por meio da análise de 43 empresas que ingressaram e saíram do ISE – Indice de Sustentabilidade Empresarial, de 2005 a 2009.
Título do Evento
Congresso Metodista 2025
Cidade do Evento
São Bernardo do Campo
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Metodista – 2025
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FILHO, Oswaldo Martins dos Santos. O ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL, E O REFLEXO COMUNICACIONAL DAS ORGANIZAÇÕES COM ACIONISTAS E MERCADO... In: Anais do Congresso Metodista – 2025. Anais...Sao Bernardo do Campo(SP) Umesp, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-metodista-2025/1269120-O-INDICE-DE-SUSTENTABILIDADE-EMPRESARIAL-E-O-REFLEXO-COMUNICACIONAL-DAS-ORGANIZACOES-COM-ACIONISTAS-E-MERCADO. Acesso em: 09/02/2026

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