PSICOLOGIA HOSPITALAR E O CUIDADO ENQUANTO SER-PARA-MORTE: DIÁLOGOS ENTRE KUBLER-ROSS E HEIDEGGER

Publicado em 02/12/2024 - ISBN: 978-65-272-0873-0

Título do Trabalho
PSICOLOGIA HOSPITALAR E O CUIDADO ENQUANTO SER-PARA-MORTE: DIÁLOGOS ENTRE KUBLER-ROSS E HEIDEGGER
Autores
  • PABLO RAPHAEL RIBEIRO DIAS
Modalidade
RESUMO (práticas profissionais ou estudos teóricos)
Área temática
Clínica Psicológica nos diversos espaços: reflexões sobre a práxis
Data de Publicação
02/12/2024
País da Publicação
Portugal | Portugal
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-internacional-de-psicologia-fenomenologico-existencial/870036-psicologia-hospitalar-e-o-cuidado-enquanto-ser-para-morte--dialogos-entre-kubler-ross-e-heidegger
ISBN
978-65-272-0873-0
Palavras-Chave
cuidado, fenomenologia, heidegger, kubler-ross, morte
Resumo
Esse trabalho visa mostrar em que medida a fenomenologia de Martin Heidegger e a teoria sobre a morte e o morrer proposta por Kubler-Ross podem se relacionar sobre o cuidado enquanto ser para a morte. Para realizar tal tarefa, os objetivos específicos foram: i) identificar o modo como Kubler-Ross compreende o cuidado diante da morte; ii) descrever a compreensão Heideggeriana sobre o cuidado; iii) apontar como a fenomenologia proposta por Heidegger pode contribuir sobre o fenômeno do cuidado na perspectiva teórica sobre a morte e o morrer. A trajetória metodológica percorrida procurou proporcionar uma reflexão teórica acerca do cuidado, buscando o encadeamento de um argumento acerca do tema proposto. Na teoria sobre a morte e o morrer, o cuidado é representado com mecanismos de defesa dos quais sujeitos ao se deparar com a finitude no ambiente hospitalar, utilizam como forma de encarar o processo de morrer. Por outro lado, a tese Heideggeriana é que sendo, somos sempre para a morte, tendo como fenômeno originário da existência o cuidado. Não se trata de, ao se encontrar diante da morte cuidar-se; sim de ter o cuidado como fundamento existencial. Isso pressupõe que fugir ou negar diálogos sobre a morte no dia-a-dia são modos que ressoam o fenômeno existencial originário. Com isso, tornar-se-á visível que os mecanismos propostos por Kubler-Ross podem ter seu fundamento no cuidado originário. O trabalho fenomenológico aqui tratou de proporcionar ao psicólogo hospitalar, uma “espécie de limpeza de terreno” em que cada psicólogo/pesquisador tendo essa abertura no campo compreensivo, pode decidir se segue a proposta teórica por Kubler-Ross ou se busca uma nova análise acerca dos conceitos fundamentais dessa teoria.
Título do Evento
Congresso Internacional de Psicologia Fenomenológico-Existencial
Cidade do Evento
Lisboa
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Internacional de Psicologia Fenomenológico-Existencial: Reflexões sobre os fundamentos e a práxis clínica: entre a ciência e a arte do saber-fazer
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

DIAS, PABLO RAPHAEL RIBEIRO. PSICOLOGIA HOSPITALAR E O CUIDADO ENQUANTO SER-PARA-MORTE: DIÁLOGOS ENTRE KUBLER-ROSS E HEIDEGGER.. In: Anais do Congresso Internacional de Psicologia Fenomenológico-Existencial: Reflexões sobre os fundamentos e a práxis clínica: entre a ciência e a arte do saber-fazer. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Instituto NUCAFE, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-internacional-de-psicologia-fenomenologico-existencial/870036-PSICOLOGIA-HOSPITALAR-E-O-CUIDADO-ENQUANTO-SER-PARA-MORTE--DIALOGOS-ENTRE-KUBLER-ROSS-E-HEIDEGGER. Acesso em: 06/06/2026

Trabalho

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