PREVALÊNCIA E IMPACTOS DA CEFALEIA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA NO NOROESTE FLUMINENSE

Publicado em 25/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2513-3

Título do Trabalho
PREVALÊNCIA E IMPACTOS DA CEFALEIA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA NO NOROESTE FLUMINENSE
Autores
  • Sarah Borges Dias Canto
  • Sérgio Gomes da Silva
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências da Saúde
Data de Publicação
25/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/congresso-internacional-de-ciencias-cic/1547535-prevalencia-e-impactos-da-cefaleia-em-estudantes-universitarios-de-uma-instituicao-privada-no-noroeste-fluminens
ISBN
978-65-272-2513-3
Palavras-Chave
Cefaleia; estudantes universitários; impacto acadêmico; automedicação; dor de cabeça.
Resumo
INTRODUÇÃO: A cefaleia, popularmente conhecida como dor de cabeça, é um problema de saúde comum que afeta milhões de pessoas, sendo os estudantes universitários um grupo particularmente suscetível. Cursos com alta cobrança, como os da área de saúde, apresentam maior incidência de cefaleia, mas esse problema ainda é subestimado, levando poucos estudantes a procurar ajuda médica, o que aumenta a prática de automedicação. OBJETIVOS: Esta pesquisa visa entender a extensão da cefaleia entre universitários, identificar fatores desencadeantes, avaliar o impacto acadêmico e analisar o uso de medicamentos. MÉTODOS: Utilizou-se um questionário adaptado do “Teste do Impacto da Dor de Cabeça” para coletar dados de 112 estudantes universitários de diferentes cursos. O Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário Redentor (CAEE:76479023.5.0000.5648) aprovou todos os procedimentos a seguir. RESULTADOS: Os resultados mostraram que 96,4% dos participantes tiveram cefaleia no último mês, com maior prevalência entre mulheres (98,7%) em comparação aos homens (91,7%). Em relação às atividades acadêmicas, 64,4% das mulheres disseram sentir-se limitadas com frequência, enquanto 11,1% dos homens afirmaram o mesmo. Além disso, 31,3% dos estudantes disseram que a dor interfere frequentemente na concentração nos estudos. Quanto aos fatores desencadeantes, 64,3% identificaram o estresse como principal agravante da cefaleia, sendo que 74,5% dos que classificaram sua rotina como muito estressante eram da área da saúde. Além disso, 69,6% dos estudantes perceberam uma relação entre a qualidade do sono e a frequência das cefaleias. No que diz respeito à automedicação, 50,9% afirmaram uso frequente de medicamentos sem orientação médica, com dipirona e paracetamol sendo os mais comuns. Por fim, 70,5% nunca procuraram ajuda médica para tratar a cefaleia. CONCLUSÃO: Esses resultados contribuem para a compreensão do impacto da cefaleia entre estudantes universitários e reforça a necessidade de intervenções voltadas para a gestão do estresse e a conscientização sobre o manejo adequado da dor.
Título do Evento
Congresso Internacional de Ciências (CIC) – 2026
Título dos Anais do Evento
Congresso Internacional de Ciências (CIC)
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

CANTO, Sarah Borges Dias; SILVA, Sérgio Gomes da. PREVALÊNCIA E IMPACTOS DA CEFALEIA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA NO NOROESTE FLUMINENSE.. In: Congresso Internacional de Ciências (CIC). Anais...Itaperuna(RJ) Afya Itaperuna - RJ, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/congresso-internacional-de-ciencias-cic/1547535-PREVALENCIA-E-IMPACTOS-DA-CEFALEIA-EM-ESTUDANTES-UNIVERSITARIOS-DE-UMA-INSTITUICAO-PRIVADA-NO-NOROESTE-FLUMINENS. Acesso em: 26/06/2026

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