IMPACTO DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTA EDUCATIVA NO GRAU DE CONHECIMENTO DAS GESTANTES E PUÉRPERAS SOBRE AS DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LEITE MATERNO

Publicado em 20/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2354-2

Título do Trabalho
IMPACTO DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTA EDUCATIVA NO GRAU DE CONHECIMENTO DAS GESTANTES E PUÉRPERAS SOBRE AS DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LEITE MATERNO
Autores
  • Júlia Brandalise
  • Isadora Zanini
Modalidade
Resumo
Área temática
Originais em saúde coletiva
Data de Publicação
20/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/conciam-523357/1349256-impacto-do-uso-da-inteligencia-artificial-como-ferramenta-educativa-no-grau-de-conhecimento-das-gestantes-e-puer
ISBN
978-65-272-2354-2
Palavras-Chave
Transmissão Vertical, Inteligência Artificial, Educação em Saúde
Resumo
INTRODUÇÃO: A amamentação reduz a mortalidade infantil por seu valor imunológico e nutricional. A Inteligência Artificial (IA) é uma aliada na educação em saúde. Pode auxiliar na divulgação de doenças transmitidas pelo leite materno. OBJETIVOS: O objetivo geral deste trabalho é avaliar o grau de conhecimento das gestantes e puérperas em relação às doenças transmitidas pelo leite materno e em quais delas é contraindicado a amamentação. Os objetivos específicos são avaliar o impacto do uso da IA no aprendizado materno sobre as doenças passíveis de transmissão durante a amamentação e avaliar se fatores sociodemográficos estão associados ao conhecimento prévio em relação aos riscos do aleitamento ou ao aprendizado com a intervenção aplicada. METODOLOGIA: Foi realizado um estudo experimental, prospectivo, com aplicação de pré e pós teste, sem grupo controle, em gestantes e puérperas, que avaliou o grau de conhecimento acerca da transmissão de doenças infecciosas pelo leite materno. O N total de entrevistadas foi de 100. O pré-teste consistiu, inicialmente, na aplicação de um questionário epidemiológico, coletando dados como idade, escolaridade, estado civil, renda do núcleo familiar, partos anteriores, amamentações anteriores e se realizou no mínimo 6 consultas durante o pré-natal. Em seguida, era aplicado um questionário específico sobre permissão da amamentação cruzada e quais doenças contraindicam a amamentação. Após, a entrevistada assistiu um vídeo educativo, criado por IA, que continha informações chaves sobre amamentação e doenças transmitidas pelo leite materno. Então, no pós-teste, foram submetidas às perguntas específicas novamente. RESULTADOS: Os resultados obtidos foram: média de idade de 28,42 anos (± 5,97). O grau de escolaridade prevalente foi o ensino médio completo, em 47%. Quanto ao estado civil, 61% eram solteiras. Do histórico obstétrico, 43% nunca haviam tido nenhum parto anterior. Quanto à amamentação, 52% nunca haviam amamentado anteriormente. 99% das entrevistadas realizaram o pré-natal com no mínimo 6 consultas. No pré-teste, 73% das entrevistadas não permitiriam a realização da amamentação cruzada e, com exceção da gripe comum (14%), 54% ou mais das participantes afirmou que a amamentação deveria ser interrompida em caso de diagnóstico de tuberculose, COVID-19, HIV, HTLV, catapora, febre amarela e dengue. Neste momento, 6 participantes acertaram 100% das respostas. No pós-teste, 95% das entrevistadas não permitiam a prática da amamentação cruzada, e o percentual de entrevistadas que interromperia a amamentação em caso de diagnóstico de tuberculose, COVID-19, gripe comum, catapora, febre amarela e dengue foi igual ou inferior a 15%. Além disso, 100% reconheceram a contraindicação do HIV e 99% do HTLV. Neste momento, 82 pacientes acertaram 100% das respostas. CONCLUSÃO: Conclui-se que há muita carência no conhecimento das participantes acerca das doenças transmitidas pelo leite materno, bem como suas contraindicações. A escassez de informações não teve associação com fatores sociodemográficos, como renda do núcleo familiar e escolaridade. Já ter amamentado anteriormente foi associado a pior aceitação quanto à amamentação cruzada. O uso da IA foi benéfico e auxiliou o aprendizado materno por meio de informações trazidas de forma clara e eficiente, o que proporcionou melhora significativa no entendimento materno.
Título do Evento
Conciam
Cidade do Evento
Curitiba
Título dos Anais do Evento
Anais do Conciam
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BRANDALISE, Júlia; ZANINI, Isadora. IMPACTO DO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTA EDUCATIVA NO GRAU DE CONHECIMENTO DAS GESTANTES E PUÉRPERAS SOBRE AS DOENÇAS TRANSMITIDAS PELO LEITE MATERNO.. In: Anais do Conciam. Anais...Curitiba(PR) AMP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/conciam-523357/1349256-IMPACTO-DO-USO-DA-INTELIGENCIA-ARTIFICIAL-COMO-FERRAMENTA-EDUCATIVA-NO-GRAU-DE-CONHECIMENTO-DAS-GESTANTES-E-PUER. Acesso em: 12/06/2026

Trabalho

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