CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA NO TRATAMENTO DO CÂNCER VAGINAL PRIMÁRIO: REVISÃO DE LITERATURA

Publicado em 14/01/2025 - ISBN: 978-65-272-1086-3

Título do Trabalho
CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA NO TRATAMENTO DO CÂNCER VAGINAL PRIMÁRIO: REVISÃO DE LITERATURA
Autores
  • Suellen Emilliany Feitosa Machado
  • Paulo Victor Ataliba Morais
  • Marcos De Souza Lopes Freire Filho
  • Patrícia Isabel Bahia Mendes Freire
Modalidade
Resumo simples
Área temática
5. ONCOLOGIA CIRÚRGICA
Data de Publicação
14/01/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/996687-cirurgia-minimamente-invasiva-no-tratamento-do-cancer-vaginal-primario--revisao-de-literatura
ISBN
978-65-272-1086-3
Palavras-Chave
câncer de vagina primário, manejo cirúrgico, resultados operatórios, tratamento, tumores vaginais
Resumo
Introdução: Câncer vaginal primário (CVP) é raro, constituindo 1% a 2% dos cânceres ginecológicos. Sua definição exclui envolvimento do colo uterino, vulva ou lesão surgida na vagina em até 5 anos pós-tratamento de câncer cervical. É mais comum pós-menopausa e em idosas, mas tem aumentado entre jovens devido ao aumento de infecções por HPV e HIV. Como a maioria dos tumores vaginais são metastáticos, o diagnóstico mesmo com biópsia é raro. Atualmente, o tratamento inclui radioterapia e/ou cirurgia, cuja via ideal é discutível. Cirurgias minimamente invasivas (CMI) destacam-se na oncoginecologia e merecem notoriedade no CVP. Objetivo: Discutir as contribuições da CMI no tratamento do CVP. Método: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, cujo levantamento foi realizado nas bases de dados PubMed e ScienceDirect, utilizando os termos robotic surgical procedures, vaginal cancer e treatment. Considerou-se artigos publicados integralmente, entre 2019-2024, em inglês. A busca totalizou 141 artigos e, após aplicação dos critérios de inclusão/exclusão, 15 foram considerados. Resultados: A abordagem cirúrgica do CVP, limitada devido à proximidade aos tecidos normais, varia com a localização do tumor: excisão local, vaginectomia parcial, histerectomia radical e exenteração pélvica, geralmente com avaliação dos linfonodos. A CMI expandiu, destacando-se a alta definição e visão tridimensional, aumentando a precisão cirúrgica. Amplamente utilizada em abordagens ginecológicas, há vários relatos de sucesso publicados envolvendo CMI e CVP: ressecção de leiomiossarcoma com dissecção de linfonodo pélvico; exenteração posterior; tratamento de melanoma vaginal e histerectomias totais. Em comparação com a laparotomia, trabalhos citam menores perdas sanguíneas, complicações intraoperatórias, tempo de hospitalização e maior sobrevida. A principal desvantagem é o custo hospitalar maior, comparando-se ao método convencional. Conclusão: Ainda não há diretriz/consenso sobre abordagem cirúrgica ideal para CVP. Assim, o desenvolvimento da CMI torna-se relevante, dados os melhores resultados para as pacientes com CVP e que têm indicação de abordagem cirúrgica.
Título do Evento
1º Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MACHADO, Suellen Emilliany Feitosa et al.. CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA NO TRATAMENTO DO CÂNCER VAGINAL PRIMÁRIO: REVISÃO DE LITERATURA.. In: Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência. Anais...Belém(PA) HOL, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/996687-CIRURGIA-MINIMAMENTE-INVASIVA-NO-TRATAMENTO-DO-CANCER-VAGINAL-PRIMARIO--REVISAO-DE-LITERATURA. Acesso em: 04/05/2026

Trabalho

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