ÓXIDO DE MAGNÉSIO VERSUS ÁCIDO VALPROICO NA PREVENÇÃO DE CRISES DE MIGRÂNEA COM OU SEM AURA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.

Publicado em 14/01/2025 - ISBN: 978-65-272-1086-3

Título do Trabalho
ÓXIDO DE MAGNÉSIO VERSUS ÁCIDO VALPROICO NA PREVENÇÃO DE CRISES DE MIGRÂNEA COM OU SEM AURA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA.
Autores
  • LUAN DAHER FERNANDES
  • Elinton Nascimento Castelo
  • Letícia Cavalcante Gondim
  • Willian Hideo Miashiro Yamada
  • ARLISSON MACEDO RODRIGUES
Modalidade
Resumo simples
Área temática
4. NEUROLOGIA
Data de Publicação
14/01/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/984860-oxido-de-magnesio-versus-acido-valproico-na-prevencao-de-crises-de-migranea-com-ou-sem-aura--uma-revisao-sistemat
ISBN
978-65-272-1086-3
Palavras-Chave
Óxido de magnésio, ácido valproico, Transtornos de enxaqueca
Resumo
Introdução: A migrânea é uma condição neurológica crônica e debilitante. A profilaxia farmacológica das crises é fundamental no seu manejo. O Ácido Valproico é amplamente utilizado para essa finalidade, porém seus efeitos colaterais limitam sua adesão. A suplementação de magnésio tem se destacado como uma alternativa promissora, baseada na hipótese de que sua deficiência possa estar associada ao desenvolvimento de crises migranosas. Objetivo: Comparar a eficácia da prevenção de crises de migrânea com ou sem aura da monoterapia baseada em Óxido de Magnésio e em Ácido Valpróico. Metodologia: Revisão sistemática da literatura com pesquisa de artigos nas plataformas PubMed, SciELO e BVS, a partir dos descritores "migraine Disorders", "magnesium" e "valproic acid". Foram incluídos estudos clínicos randomizados, controlados, duplo-cegos, publicados nos últimos 10 anos, em todos os idiomas, com pacientes com idades entre 18-65 anos. Resultados: Foram selecionados 2 artigos. O primeiro (260 pacientes) demonstrou que o Óxido de Magnésio 250 mg, via oral, 2x/dia, isolado, não foi superior ao uso isolado de Ácido Valproico 200 mg, via oral, 2x/dia, na diminuição da frequência, gravidade e duração das crises, ou no menor uso de analgésicos. O segundo (63 pacientes) demonstrou que tanto o uso isolado de Ácido Valproico 400 mg, via oral, 2x/dia, quanto de Óxido de Magnésio 500 mg, via oral, 2x/dia, foram eficazes na diminuição da frequência, duração, gravidade e sintomas associados à dor, sem diferença estatística entre ambos. Conclusão: Os resultados, embora limitados pelo pequeno número de estudos, sugerem que o uso de óxido de magnésio em dose mais elevada (500 mg, 2x/dia) pode ser tão eficaz quanto o Ácido Valproico na profilaxia da migrânea. Todavia, a não avaliação dos níveis séricos de magnésio nos participantes impede a análise da relação entre a deficiência de magnésio e a resposta ao tratamento.
Título do Evento
1º Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola
Cidade do Evento
Belém
Título dos Anais do Evento
Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FERNANDES, LUAN DAHER et al.. ÓXIDO DE MAGNÉSIO VERSUS ÁCIDO VALPROICO NA PREVENÇÃO DE CRISES DE MIGRÂNEA COM OU SEM AURA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA... In: Anais do I Congresso Amazônico de Oncologia do Hospital Ophir Loyola: Desafios Tecnológicos e Inovação - Ensino Pesquisa e Assistência. Anais...Belém(PA) HOL, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/cao-do-hospital-ophir-loyola-446132/984860-OXIDO-DE-MAGNESIO-VERSUS-ACIDO-VALPROICO-NA-PREVENCAO-DE-CRISES-DE-MIGRANEA-COM-OU-SEM-AURA--UMA-REVISAO-SISTEMAT. Acesso em: 15/12/2025

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