(DES)COLONIALIDADE DE GÊNERO: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA EQUIDADE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

Publicado em 27/03/2026 - ISSN: 3086-4682

Título do Trabalho
(DES)COLONIALIDADE DE GÊNERO: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA EQUIDADE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA
Autores
  • Weslley de Arruda Maciel
Modalidade
Resumo - Apresentação de Trabalho
Área temática
Estudos de Gênero e Sexualidades e suas Interseccionalidades em Educação Matemática
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/anaisegsem/1296433-(des)colonialidade-de-genero--uma-contribuicao-para-a-promocao-da-equidade-de-genero-e-sexualidade-na-formacao-d
ISSN
3086-4682
Palavras-Chave
Colonialidade de gênero, Currículo, Formação de professores de matemática, Gênero e Sexualidade
Resumo
O título Descolonialidade de gênero remete ao processo decolonial das questões referente aos processos de normatização dos corpos no contexto dos estudos de gênero e sexualidade. Fundamento à essencialidade dos estudos de gênero e sexualidade na formação de professores de matemática, visto que, essas temáticas não possuem espaços garantidos nas instituições de formação docente em matemática, assim, existem dificuldades para as pessoas LGBT+ permanecerem na educação (Maciel, 2024). O presente resumo parte das contribuições teóricas sobre colonialidade de gênero, um conceito desenvolvido pela filósofa María Lugones (Lugones, 2014). Nesse sentido, destaco a importância de compreender a teoria da colonialidade de gênero, uma vez que, os traços coloniais ainda estão presentes no cotidiano da educação. Discursos segregadores permeiam as instituições educacionais, como o binarismo de gênero (Butler, 2003) e a heterossexualidade como norma padrão (Louro, 2001). Deste modo, descolonizar é problematizar todo o processo colonial, que tornam uns legitimados e outros inviabilizados. A pesquisa é de cunho narrativo, ao qual busca articular as concepções dos autores e a importância da inclusão dos estudos de gênero e sexualidade na formação inicial de professores de matemática, isso faz parte da fundamentação teórica da minha escrita da dissertação de mestrado em andamento. Compreende-se que, as possíveis contribuições em descolonizar o currículo é uma proposta evidente para os estudos que circunscrevem a pesquisa. É importante destacar que, todos os professores de matemática precisam do contato com os estudos de gênero e sexualidade na formação inicial, para possibilitar um ambiente mais acolhedor e equitativo para todas as pessoas. REFERÊNCIAS BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2003. LOURO, Guacira Lopes. Teoria queer: uma política pós-identitária para a educação. Revista estudos feministas, v. 9, p. 541-553, 2001. LUGONES, María. Rumo a um feminismo descolonial. Revista estudos feministas, v. 22, p. 935-952, 2014. MACIEL, Weslley de Arruda. Relação de gênero e sexualidade no ambiente escolar: análise dos desafios na identidade de homossexuais como docente em matemática. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Matemática) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2024.
Título do Evento
Escola de Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática - E²GSEM - 2ª Edição
Título dos Anais do Evento
Anais da Escola de Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MACIEL, Weslley de Arruda. (DES)COLONIALIDADE DE GÊNERO: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA EQUIDADE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA.. In: Anais da Escola de Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/anaisegsem/1296433-(DES)COLONIALIDADE-DE-GENERO--UMA-CONTRIBUICAO-PARA-A-PROMOCAO-DA-EQUIDADE-DE-GENERO-E-SEXUALIDADE-NA-FORMACAO-D. Acesso em: 22/05/2026

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