DEGRADABILIDADE IN SITU DE DIFERENTES ALIMENTOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES

Publicado em 28/08/2026

Título do Trabalho
DEGRADABILIDADE IN SITU DE DIFERENTES ALIMENTOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES
Autores
  • Ana Laura Ribeiro Oliveira
  • Thainara Araujo De Souza
  • Emilly Maria Barbosa
  • YASMIN GONÇALVES DA SILVA DE SOUZA
  • Henrique Silva De Lima
  • Sonel Gilles
  • Jaqueline Luiza Royer
  • Cibeli de Almeida Pedrini
  • Carolina Marques Costa Araujo
  • Rafael Henrique de Tonissi e Buschinelli de Goes
Modalidade
Resumo científico RSD 2026 - abstract - resumen
Área temática
1) Produção Animal - Animal production - Producción animal
Data de Publicação
28/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/anais-ecpantanaltech/1641503-degradabilidade-in-situ-de-diferentes-alimentos-utilizados-na-alimentacao-de-ruminantes
ISSN
Palavras-Chave
Degradação, In sacco, rúmen.
Resumo
Com a baixa oferta e qualidade das pastagens estivais em períodos do ano, faz-se necessário encontrar fontes alternativas de alimentos para suprir a demanda nutricional de bovinos de corte a pasto. O conhecimento de diferentes fontes de produtos e coprodutos oriundos da indústria aumenta os recursos disponíveis para suprir as demandas e baratear o custo da dieta em substituição aos alimentos convencionais. Logo, objetivou-se com esse trabalho avaliar a degradabilidade in situ da matéria seca (MS) de diferentes fontes de alimentos. A pesquisa foi desenvolvida no setor de Nutrição de Ruminantes da Universidade Federal da Grande Dourados, as análises foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal (UFGD). A incubação dos alimentos DDG, semente de cártamo, farinha de mandioca, farelo de algodão e silagem de milho foi realizada utilizando três bovinos mestiços (± 526 kg), providos de cânula ruminal mantidos em piquetes de pastagem Marandu. Os alimentos foram pesados (0,5g) e introduzidos em saquinhos de TNT (100g-¹m2), e incubados diretamente no rúmen em ordem decrescente: 48, 24, 12, 8, 4, 2, e 0 h, em triplicatas por animal e tempo de incubação. Os parâmetros de degradação foram estimados conforme modelo assintótico de primeira ordem: DP = a + b (1-e-ct). Onde DP = degradabilidade potencial; a = fração solúvel; b = fração potencialmente degradável; c = taxa de degradação da fração “b”; t = tempo de incubação em horas. A DE = Degradabilidade efetiva foi determinada e a fração indegradável: I = 100 - (a + b). A degradabilidade da matéria seca foi determinada após 48h de incubação em rúmen. O DDG e farinha de mandioca, apresentaram a maior fração solúvel (37,99%; 36,36%) e a fração potencialmente degradada de (77,67%; 91,12%), resultando na degradabilidade efetiva de (52,78%; 73,62%) para uma taxa de passagem de 5%h-1. Já o farelo de algodão teve a menor fração solúvel (9,92%) e uma efetividade da degradação de (42,91%). E a silagem de milho e cartamo apresentaram os menores valores de degradabilidade efetiva (30,53%; 29,46%) para uma taxa de passagem de 5%h-1.O cartamo apresentou uma baixa fração “b” de 8,43% e taxa de degradação de 24,73%h-¹, para um tempo de colonização de 3,53 h e a fração indegradável (69,12%). O cártamo e farelo de algodão apresentaram as maiores frações indegradáveis (69,12%; 44,22%), em relação aos demais alimentos. Os alimentos avaliados apresentaram média e alta degradação da matéria seca, sendo fontes para substituição parcial de produtos convencionais utilizados na dieta de ruminantes, visando diminuir o custo da dieta e aumentar a disponibilidade de recursos para nutrição animal.
Título do Evento
II Encontro Técnico-Científico do Pantanal Tech MS 2026
Cidade do Evento
Aquidauana
Título dos Anais do Evento
Anais do Encontro Técnico-Científico do Pantanal Tech MS
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

OLIVEIRA, Ana Laura Ribeiro et al.. DEGRADABILIDADE IN SITU DE DIFERENTES ALIMENTOS UTILIZADOS NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES.. In: . Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/anais-ecpantanaltech/1641503-DEGRADABILIDADE-IN-SITU-DE-DIFERENTES-ALIMENTOS-UTILIZADOS-NA-ALIMENTACAO-DE-RUMINANTES. Acesso em: 29/08/2026

Trabalho

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