ESCAMAS DE TILÁPIA COMO FONTE DE QUITOSANA: DIGESTIBILIDADE IN VITRO DE NUTRIENTES

Publicado em 28/08/2026

Título do Trabalho
ESCAMAS DE TILÁPIA COMO FONTE DE QUITOSANA: DIGESTIBILIDADE IN VITRO DE NUTRIENTES
Autores
  • YASMIN GONÇALVES DA SILVA DE SOUZA
  • Jaqueline Luiza Royer
  • Cibeli de Almeida Pedrini
  • Emilly Maria Barbosa
  • Lucas Gabriel Batista Domiciano
  • Rayssa Alessandra Lemes Freitas
  • Alan Souza Matins
  • Henrique Silva De Lima
  • Ariane Bezerra da Silva
  • Rafael Henrique de Tonissi e Buschinelli de Goes
Modalidade
Resumo científico RSD 2026 - abstract - resumen
Área temática
1) Produção Animal - Animal production - Producción animal
Data de Publicação
28/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/anais-ecpantanaltech/1640833-escamas-de-tilapia-como-fonte-de-quitosana--digestibilidade-in-vitro-de-nutrientes
ISSN
Palavras-Chave
Quitosana; Aditivos; Digestibilidade
Resumo
A quitosana, é um aditivo natural que apresenta potencialidades para atuar na modulação ruminal. Este aditivo é extraído do exoesqueleto de crustáceos, concentrando sua produção próxima de regiões costeiras ou de criatórios comerciais, dificultando o acesso e aquisição. Entretanto, estudos são desenvolvidos para a extração da quitosana de escamas de tilápia, visando o aproveitamento do potencial de modulação ruminal a partir do descarte da indústria pesqueira com distribuição em todo território brasileiro. Objetivou-se avaliar a quitosana extraída das escamas de peixes como aditivo modulador da fermentação ruminal e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e proteína bruta (DIVPB) de diferentes fontes alimentares. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, em fatorial 4x3. Os tratamentos consistiram em: controle, sem adição; monensina (0,5g / Kg) de matéria seca; quitosana de crustáceo (700mg/Kg de MS); e quitosana de escama de tilápia (700mg/Kg de MS) e os alimentos utilizados foram, silagem de mandioca, milho moído e farelo de soja, pesados (0,5g MS) e introduzidos em sacos (TNT-100 g/cm2) em duplicata e incubados em incubadora artificial TE-150 (TECNAL) em oito jarros, incubados durante 48 horas. O inóculo foi coletado de bovinos (± 400 kg) providos de cânula ruminal mantidos em piquetes de pastagem Marandu, recebendo suplementação mineral. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. A digestibilidade in vitro da matéria seca apresentou diferença para os tratamentos (P=0,001) apenas para o farelo de soja, onde o controle (84,47%) e a monensina (87,15%) apresentaram os maiores valores de digestibilidade em comparação aos tratamentos quitosana de crustáceo (64,45%) e quitosana de escama de tilápia (64,48%). Para digestibilidade da proteína bruta houve interação significativa dos tratamentos para silagem de mandioca (P=0,032) e farelo de soja (P=0,001). A digestibilidade da silagem de mandioca foi maior para os tratamentos com quitosana de crustáceo (72,3%) e quitosana de escama de tilápia (68,41%), em relação ao controle (61,15%) e a monensina (60,55%). O farelo de soja apresentou maior digestibilidade da proteína bruta para o tratamento controle (81,70%) e monensina (72,25%) em comparação aos tratamentos com quitosana. A quitosana extraída da escama de tilápia, apresentou similaridade a quitosana de crustáceos no potencial de modulação da digestibilidade ruminal. Entretanto, os efeitos na digestibilidade são dependentes do tipo de alimento avaliado, uma vez que houve aumento da digestibilidade para a proteína da silagem de mandioca, e redução da digestibilidade da matéria seca e da proteína do farelo de soja. Portanto, a utilização da quitosana deve considerar a composição da dieta e os possíveis efeitos sobre cada ingrediente.
Título do Evento
II Encontro Técnico-Científico do Pantanal Tech MS 2026
Cidade do Evento
Aquidauana
Título dos Anais do Evento
Anais do Encontro Técnico-Científico do Pantanal Tech MS
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SOUZA, YASMIN GONÇALVES DA SILVA DE et al.. ESCAMAS DE TILÁPIA COMO FONTE DE QUITOSANA: DIGESTIBILIDADE IN VITRO DE NUTRIENTES.. In: . Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/anais-ecpantanaltech/1640833-ESCAMAS-DE-TILAPIA-COMO-FONTE-DE-QUITOSANA--DIGESTIBILIDADE-IN-VITRO-DE-NUTRIENTES. Acesso em: 29/08/2026

Trabalho

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