LIDERANÇA CLÍNICA DA ENFERMAGEM NO MANEJO DA SÍNDROME DE LIBERAÇÃO DE CITOCINAS EM PACIENTE SUBMETIDA AO TARLUTAMABE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Publicado em 18/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2493-8

Título do Trabalho
LIDERANÇA CLÍNICA DA ENFERMAGEM NO MANEJO DA SÍNDROME DE LIBERAÇÃO DE CITOCINAS EM PACIENTE SUBMETIDA AO TARLUTAMABE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
Autores
  • Luís Ricardo Santos de Melo
  • Marcos Rodrigues Santos
  • Thifany Karolaine Santos Soares
  • Franklin Hiago Conceição Santos
  • Lisiane Cunha
Modalidade
Resumo
Área temática
Pessoas: Cuidado Centrado na Pessoa e Liderança em Saúde
Data de Publicação
18/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/4-congresso-assistencial-695816/1504737-lideranca-clinica-da-enfermagem-no-manejo-da-sindrome-de-liberacao-de-citocinas-em-paciente-submetida-ao-tarluta
ISBN
978-65-272-2493-8
Palavras-Chave
Unidade de Terapia Intensiva. Oncologia. Imunoterapia. Segurança do Paciente. Cuidado Centrado na Pessoa.
Resumo
Introdução: O uso de imunoterapias inovadoras no tratamento oncológico, como o tarlutamabe, tem ampliado a sobrevida de pacientes com câncer de pulmão de pequenas células, porém está associado ao risco de Síndrome de Liberação de Citocinas (SLC), condição potencialmente grave que exige vigilância contínua e atuação qualificada da equipe multiprofissional1-3. Nesse contexto, a liderança clínica da enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) torna-se central para a segurança do paciente e para o cuidado centrado na pessoa e família4,5. Objetivos: Descrever a experiência assistencial da equipe de enfermagem no manejo clínico e na vigilância da SLC em paciente submetida ao tarlutamabe em ambiente de UTI. Método: Relato de experiência de paciente idosa, portadora de neoplasia pulmonar metastática, admitida em UTI de hospital privado de alta complexidade para administração do primeiro ciclo de tarlutamabe, com acompanhamento contínuo nas primeiras 24 horas pós-infusão, conforme protocolo institucional. Descreve-se a atuação da enfermagem, o monitoramento rigoroso de sinais vitais, a identificação precoce de eventos adversos e a articulação com a equipe multidisciplinar. Resultados: A paciente apresentou episódios de hipertermia, dessaturação e alteração transitória do nível de consciência compatíveis com SLC, sendo prontamente reconhecidos pela equipe de enfermagem. Visando o adequado manejo, foram implementadas condutas prescritas, já definidas em Huddle institucional, incluindo corticoterapia, oxigenoterapia e intensificação da vigilância clínica. A atuação coordenada permitiu estabilização do quadro, ausência de necessidade de suporte vasoativo e evolução clínica favorável, com alta da UTI e continuidade do tratamento oncológico a nível ambulatorial. Considerações Finais: O relato evidencia que a liderança clínica da enfermagem, associada a protocolos bem definidos e comunicação efetiva com a equipe interdisciplinar, é fundamental para o manejo seguro da SLC, contribuindo para a humanização, a segurança e o cuidado centrado na pessoa e família durante a administração de terapias oncológicas de alto risco. Como limitação, destaca-se tratar-se de um único caso, sugerindo-se futuros estudos que avaliem um número maior de pacientes para a implementação de protocolos mais específicos frente ao paciente oncológico em uso de terapias de alto risco.
Título do Evento
4º CONGRESSO ASSISTENCIAL
Cidade do Evento
Aracaju
Título dos Anais do Evento
Anais do 4º Congresso Assistencial da Rede Primavera
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MELO, Luís Ricardo Santos de et al.. LIDERANÇA CLÍNICA DA ENFERMAGEM NO MANEJO DA SÍNDROME DE LIBERAÇÃO DE CITOCINAS EM PACIENTE SUBMETIDA AO TARLUTAMABE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA.. In: Anais do 4º Congresso Assistencial da Rede Primavera. Anais...Aracaju(SE) Rede Primavera, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/4-congresso-assistencial-695816/1504737-LIDERANCA-CLINICA-DA-ENFERMAGEM-NO-MANEJO-DA-SINDROME-DE-LIBERACAO-DE-CITOCINAS-EM-PACIENTE-SUBMETIDA-AO-TARLUTA. Acesso em: 07/09/2026

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