CORRELAÇÃO ENTRE SOROLOGIA (ELISA), PARASITEMIA EM ESFREGAÇOS SANGUÍNEOS E VARIAÇÕES DO VOLUME GLOBULAR, POR BABESIA SPP. EM BEZERRAS LEITEIRAS

Publicado em 24/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2733-5

Título do Trabalho
CORRELAÇÃO ENTRE SOROLOGIA (ELISA), PARASITEMIA EM ESFREGAÇOS SANGUÍNEOS E VARIAÇÕES DO VOLUME GLOBULAR, POR BABESIA SPP. EM BEZERRAS LEITEIRAS
Autores
  • Ana Beatriz de Magalhães Santos
  • Andressa da Silva Souza
  • Camilla Contin de Oliveira
  • Harthur Amoury Ferreira Lima
  • Igor Maciel Lopes De Morais
  • Lídia Mendes de Aquino
  • Luccas Lourenzzo Lima Lins Leal
  • Nathalia Braz Ribeiro
  • Vanessa Ferreira Salvador
  • Welber Daniel Zanetti Lopes
  • Daniel De Castro Rodrigues
  • Luana Cristina dos Reis
  • Maria Clara Faleiros
  • João Guilherme Martins
  • Maria Eduarda Souza Mendonça
  • Rafael Paranhos de Mendonça
Modalidade
Resumo
Área temática
Protozoologia e patógenos transmitidos por vetores
Data de Publicação
24/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1565745-correlacao-entre-sorologia-(elisa)-parasitemia-em-esfregacos--sanguineos-e-variacoes-do-volume-globular-por-ba
ISBN
978-65-272-2733-5
Palavras-Chave
pecuária, colostragem, babesiose, hemoparasitose
Resumo
A babesiose bovina, causada pela Babesia spp., representa um dos principais desafios sanitários na pecuária, impactando o desenvolvimento dos animais. A colostragem é um fator de suma importância na proteção nos primeiros meses de vida, evitando grandes perdas econômicas. Com o decorrer do tempo, o decréscimo desses anticorpos maternos pode expor a uma maior vulnerabilidade clínica. O objetivo deste estudo é correlacionar dados de soroprevalência do teste ELISA, parasitemia no esfregaço sanguíneo e volume globular (VG) no monitoramento de Babesia spp. em bezerras leiteiras, desde o nascimento até 180 dias de vida. Iniciou-se a análise de dados com 30 bezerras, em momentos diferentes: antes da colostragem, depois da colostragem, e aos 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias de vida (D30 a D180). Na análise das lâminas de esfregaço sanguíneo, obteve-se no D90 3% de prevalência por Babesia spp., enquanto no D120 teve 7% e no D180 teve 4%. Enquanto isso, apresentou 0% de prevalência nos demais dias do estudo. A respeito da soroprevalência no teste ELISA, verificou-se uma diferença significativa com a colostragem, em que antes do colostro obteve-se 3% de soroprevalência, e após a administração de colostro 93%. Depois, entre D30 a D150, os valores da soroprevalência foram oscilando, variando entre 3% a 62%. Finalizou-se a análise no D180 com 96% de soroprevalência. Os valores de volume globular (VG) tiveram variações significativas entre D30 a D180, oscilando entre 26% a 34%. Conclui-se que a colostragem foi fundamental na transferência de imunidade passiva contra Babesia spp., e que as variações na soroprevalência, parasitemia e volume globular ao longo dos 180 dias reforçam a importância do monitoramento contínuo de bezerras leiteiras.
Título do Evento
23º Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Cidade do Evento
Belo Horizonte
Título dos Anais do Evento
Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Ana Beatriz de Magalhães et al.. CORRELAÇÃO ENTRE SOROLOGIA (ELISA), PARASITEMIA EM ESFREGAÇOS SANGUÍNEOS E VARIAÇÕES DO VOLUME GLOBULAR, POR BABESIA SPP. EM BEZERRAS LEITEIRAS.. In: Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Anais...Belo Horizonte(MG) Centro de Atividades Didáticas I (CAD 1) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1565745-CORRELACAO-ENTRE-SOROLOGIA-(ELISA)-PARASITEMIA-EM-ESFREGACOS--SANGUINEOS-E-VARIACOES-DO-VOLUME-GLOBULAR-POR-BA. Acesso em: 01/11/2026

Trabalho

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