RHIPICEPHALUS SANGUINEUS SENSU STRICTO: AVALIAÇÃO DA REPELÊNCIA DE CONTATO FRENTE A ALOMÔNIOS ISOLADOS DE RAÇAS DE CÃES RESISTENTES AO PARASITISMO

Publicado em 24/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2733-5

Título do Trabalho
RHIPICEPHALUS SANGUINEUS SENSU STRICTO: AVALIAÇÃO DA REPELÊNCIA DE CONTATO FRENTE A ALOMÔNIOS ISOLADOS DE RAÇAS DE CÃES RESISTENTES AO PARASITISMO
Autores
  • Beatriz Rezende Gandra de Araujo
  • Brendo Augusto Gonçalves Cortes
  • Laura Cristina Ferreira Faria
  • Mayara Macêdo Barrozo Santos
  • Caio Marcio de Oliveira Monteiro
  • Lorena Lopes Ferreira
Modalidade
Resumo
Área temática
Entomologia e acarologia
Data de Publicação
24/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1546010-rhipicephalus-sanguineus-sensu-stricto--avaliacao-da-repelencia-de-contato-frente-a-alomonios-isolados-de-racas-
ISBN
978-65-272-2733-5
Palavras-Chave
Ecologia química, carrapato-do-cão, repelente, semioquímicos, teste de arena
Resumo
Popularmente conhecido como “carrapato do cão”, o grupo Rhipicephalus sanguineus atualmente conta com 16 espécies relacionadas. No Brasil temos duas espécies: R. sanguineus sensu stricto e R. linnaei, antigamente linhagem temperada e tropical, respectivamente. Ao parasitar cães, ambas possuem potencial de atuar como vetores de hemopatógenos, causando agravos de importância clínica nesses animais. Nesse contexto, fez-se necessário o esclarecimento das diferenças entre as espécies, principalmente nos aspectos de biologia e ecologia, que podem atuar como ferramentas nas estratégias de controle. Os repelentes surgem como possível ferramenta na prevenção da picada do carrapato e como consequência, da veiculação desses patógenos. Repelentes de contato ou não-espaciais, atuam diretamente na cutícula dos carrapatos, inibindo a fixação do parasito no hospedeiro. Estudos prévios isolaram compostos orgânicos voláteis de raças de cães resistentes ao parasitismo (Beagle e Pinscher) e essas substâncias foram testadas à época como R. sanguineus sensu lato. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a repelência de contato com uma população de carrapatos R. sanguineus s. s. frente à diferentes combinações de alomônios. A metodologia aplicada foi o teste de arena em placa de Petri, no qual papeis filtro circulares (90 mm de diâmetro) tiveram metade de sua superfície tratada com 87 uL da substância teste. Foram testadas duas misturas de 2-hexanona, benzaldeído e sulcatona, nas proporções 1:1:1 (M1) e 1:2:5 (M2) e sulcatona isolada. Todas as substâncias fora utilizadas na concentração de 7,2% e o repelente padrão ouro, DEET a 25% (Off! spray). Para cada substância, foram utilizados 180 carrapatos adultos (90 machos e 90 fêmeas). O comportamento dos carrapatos foi avaliado aos 5, 10 e 30 minutos após a exposição. Na primeira leitura dos ensaios, após 5 minutos do tratamento da superfície, tanto a sulcatona quanto M1 resultaram em 62.2% de repelência, enquanto para M2, esse resultado foi de 57.7%. Já após 10 minutos do tratamento os valores observados foram de 67.7% para a sulcatona e de 57.7% e 56.6% para M1 e M2, respectivamente. Após 30 minutos do tratamento, o maior valor de repelência observado foi de 70,5% para sulcatona , enquanto M1 e M2 resultaram em repelência de 66.1% e 58.3% respectivamente. O controle positivo (DEET 25%) resultou em porcentagem de repelência acima de 83.8% em todas as leituras. Os resultados indicam a necessidade de investigações adicionais como aumento de concentrações para possível aumento da taxa de repelência e testes com diferentes populações de R. sanguineus s.s.
Título do Evento
23º Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Cidade do Evento
Belo Horizonte
Título dos Anais do Evento
Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ARAUJO, Beatriz Rezende Gandra de et al.. RHIPICEPHALUS SANGUINEUS SENSU STRICTO: AVALIAÇÃO DA REPELÊNCIA DE CONTATO FRENTE A ALOMÔNIOS ISOLADOS DE RAÇAS DE CÃES RESISTENTES AO PARASITISMO.. In: Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Anais...Belo Horizonte(MG) Centro de Atividades Didáticas I (CAD 1) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1546010-RHIPICEPHALUS-SANGUINEUS-SENSU-STRICTO--AVALIACAO-DA-REPELENCIA-DE-CONTATO-FRENTE-A-ALOMONIOS-ISOLADOS-DE-RACAS-. Acesso em: 16/10/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes