CARGA INOCULANTE E VIABILIDADE DE OOCISTOS DE TOXOPLASMA GONDII E SUA ASSOCIAÇÃO COM A QUANTIDADE DE CISTOS CEREBRAIS E BRADIZOÍTAS EM CAMUNDONGOS

Publicado em 24/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2733-5

Título do Trabalho
CARGA INOCULANTE E VIABILIDADE DE OOCISTOS DE TOXOPLASMA GONDII E SUA ASSOCIAÇÃO COM A QUANTIDADE DE CISTOS CEREBRAIS E BRADIZOÍTAS EM CAMUNDONGOS
Autores
  • Daiane Albino dos Santos
  • Débora Oliveira Nunes
  • Daniela Pontes Chiebao
  • Ruan Carvalho Passos
  • Gabriel Nunes de Oliveira
  • Ana Clara Moreira Pessôa Monteiro
  • Hllytchaikra Ferraz Fehlberg
  • George Rego Albuquerque
  • Renata Santiago Alberto Carlos
  • Jamille Bispo de Carvalho Teixeira
  • Anaiá da Paixão Sevá
Modalidade
Resumo
Área temática
Protozoologia e patógenos transmitidos por vetores
Data de Publicação
24/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1538380-carga-inoculante-e-viabilidade-de-oocistos-de-toxoplasma-gondii-e-sua-associacao-com-a-quantidade-de-cistos-cere
ISBN
978-65-272-2733-5
Palavras-Chave
Toxoplasmose, Resistência parasitária, Modelo experimental, Infectividade, Cepa ME49
Resumo
O modelo experimental camundongo é o mais utilizado para estudos de patogenicidade relacionados à infecção por Toxoplasma gondii, sendo assim avaliamos as diferenças na dose infectante de oocistos do parasita (cepa ME49) e nas condições de longevidade (tempo de armazenamento) acarretando variações na carga parasitária tecidual cerebral em infecções crônicas. Dois grupos com 19 camundongos Swiss fêmeas cada (n=38), com 21 dias de idade, foram inoculados oralmente com 50 (grupo baixo; GB) e 100 oocistos (grupo alto; GA), respectivamente. Foram realizadas duas etapas: a primeira (PE) três meses após a eliminação fecal dos oocistos (7 animais no GA e 10 no GB), e a segunda (SE) dois anos após a PE (9 animais no GA e 12 no GB). O cérebro dos animais eutanasiados foi macerado e diluído em solução fisiológica estéril, seguido por contagem dos cistos no microscópio. O número médio de cistos por cérebro foi calculado, assim como o mesmo homogeneizado foi utilizado para a quantificação de bradizoítas por reação em cadeia da polimerase em tempo real (qPCR). Para entender a diferença da quantidade de cistos e o tempo de vida infectado (de 20 a 118 dias), tanto por grupo quanto por etapa do estudo, foi utilizado o Modelo Linear Generalizado (GLM). A associação entre o número de cistos e de bradizoítas, estratificada por grupo e etapa, foi verificada por meio do teste de correlação de Spearman. Os resultados demonstraram que o SE apresentou significativamente 63,68% menos cistos por cérebro (média: 623; IC95%: 383-1014) do que a PE (média: 1718; IC95%: 999-2954; p=0,001). Não houve diferença significativa entre a quantidade de inóculo para nenhum dos grupos (p=0,845). No PE, não houve diferença significativa na carga de cistos entre os diferentes tempos de vida. Já no SE houve significativamente (p=0,002) 90% menos cistos nos animais com maior tempo de vida. Em 84,2% dos animais, foi avaliada a quantificação dos bradizoítas e houve correlação positiva significativa com o número de cistos quando considerados todos os indivíduos (?=0,65; p<0,001), ou apenas no SE (?=0,79; p<0,001). Esses achados sugerem que o tempo de armazenamento do inóculo pode acarretar influência na diminuição de infectividade dos oocistos e consequente formação de cistos cerebrais, entretanto a carga de oocistos no inóculo não acarretou diferença na formação dos cistos. Além disso, houve uma correlação positiva entre a quantificação de bradizoítas e número de cistos por cérebro, independentemente de seus tamanhos.
Título do Evento
23º Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Cidade do Evento
Belo Horizonte
Título dos Anais do Evento
Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Daiane Albino dos et al.. CARGA INOCULANTE E VIABILIDADE DE OOCISTOS DE TOXOPLASMA GONDII E SUA ASSOCIAÇÃO COM A QUANTIDADE DE CISTOS CEREBRAIS E BRADIZOÍTAS EM CAMUNDONGOS.. In: Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Anais...Belo Horizonte(MG) Centro de Atividades Didáticas I (CAD 1) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1538380-CARGA-INOCULANTE-E-VIABILIDADE-DE-OOCISTOS-DE-TOXOPLASMA-GONDII-E-SUA-ASSOCIACAO-COM-A-QUANTIDADE-DE-CISTOS-CERE. Acesso em: 13/10/2026

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