INCIDÊNCIA DE ENDOPARASITAS EM DIDELPHIS SPP. NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ

Publicado em 24/09/2026 - ISBN: 978-65-272-2733-5

Título do Trabalho
INCIDÊNCIA DE ENDOPARASITAS EM DIDELPHIS SPP. NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ
Autores
  • Bárbara Gabriela Tovo
  • Ana Julia Dal Curtivo Back
  • Maya Salbego de Castro
  • Maria Luiza Nunes Ferreira
  • Micaela Ramos do Amaral
  • Flávia Collere
  • Nelson Luís Mello Fernandes
Modalidade
Resumo
Área temática
Protozoologia e patógenos transmitidos por vetores
Data de Publicação
24/09/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1498423-incidencia-de-endoparasitas-em-didelphis-spp-na-regiao-oeste-do-parana
ISBN
978-65-272-2733-5
Palavras-Chave
Gambás, Saúde única, Zoonoses.
Resumo
Gambás são mamíferos que possuem uma ampla distribuição na América do Sul. As principais espécies do gênero Didelphis presentes no Brasil são: D. albiventris, D. aurita, D. imperfecta, D. marsupialis. Esses animais possuem hábitos noturnos e, por serem onívoros, se adaptam facilmente aos mais diversos ambientes, transitando frequentemente entre diferentes locais. Por essa razão, os gambás apresentam um papel epidemiológico importante, servindo como reservatórios de parasitas com potencial zoonótico. Nesse sentido, o presente trabalho relata a incidência de infecções por endoparasitas encontrados em Didelphis spp. da região Oeste do Paraná e a sua potencial relação com a saúde única. A análise foi feita a partir do levantamento de dados referente às amostras de fezes e parasitas adultos de gambás enviadas ao laboratório de Doenças Parasitárias da UFPR – Setor Palotina, entre os anos de 2021 à 2025. No total, foram contabilizadas 50 amostras, onde 48 foram exames coproparasitológicos e duas para identificação de helmintos adultos. Dos helmintos identificados, ambos foram caracterizados como do filo Acantocephala. Em relação aos exames de fezes, as técnicas empregadas para diagnóstico foram os métodos de flutuação de Willis-Mollay e de Sheather. Das amostras processadas, 52,08% foram positivos. Desses resultados, os parasitas encontrados foram: Cruzia sp. (19/25; 76%), Ancylostoma sp. (14/25; 56%), oocistos de Coccídeos (8/25; 32%), Trichuris sp. (6/25; 24%), Strongyloides sp. (5/25; 20%), Syngamidae (4/25; 16%), Capillaria sp. (3/25; 12%), Cystoisospora sp. (2/25; 8%), Toxocara sp. (2/25; 8%), Ascaris sp. (2/25; 8%), Spiruroidea (1/25; 4%) e Cyclospora sp. (1/25; 4%). Em uma amostra, não foi possível a identificação morfológica pelos ovos encontrados, classificando-a como Nematódeos. Deve se destacar que dentre os 25 casos positivos, 80% estavam co-infectados com pelo menos dois dos agentes identificados. Tendo em vista a diversidade das espécies de parasitas encontrados, uma abordagem integrada entre saúde humana, animal e ambiental é imprescindível para a compreensão epidemiológica e para o desenvolvimento de estratégias de controle de parasitoses em ambientes naturais e antropizados.
Título do Evento
23º Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Cidade do Evento
Belo Horizonte
Título dos Anais do Evento
Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

TOVO, Bárbara Gabriela et al.. INCIDÊNCIA DE ENDOPARASITAS EM DIDELPHIS SPP. NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ.. In: Anais do XXIII Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Anais...Belo Horizonte(MG) Centro de Atividades Didáticas I (CAD 1) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/23-congresso-brasileiro-de-parasitologia-veterinaria-673729/1498423-INCIDENCIA-DE-ENDOPARASITAS-EM-DIDELPHIS-SPP-NA-REGIAO-OESTE-DO-PARANA. Acesso em: 06/11/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes