INFORMALIDADE E PLATAFORMIZAÇÃO: PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NO TOCANTINS

Publicado em 22/05/2023 - ISBN: 978-85-5722-768-2

Título do Trabalho
INFORMALIDADE E PLATAFORMIZAÇÃO: PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NO TOCANTINS
Autores
  • karimy Emmily Oliveira Fonseca
  • Miguel Pacífico Filho
Modalidade
Resumos Simples
Área temática
Política, Direito, Cultura e Empoderamento
Data de Publicação
22/05/2023
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/21jcitpac2022/554330-informalidade-e-plataformizacao--precarizacao-das-relacoes-de-trabalho-no-tocantins
ISBN
978-85-5722-768-2
Palavras-Chave
Plataformização do trabalho, Precarização,Trabalho.
Resumo
Introdução: O trabalho plataformizado pode ser definido, através das palavras de Van Doorn, como as atividades de trabalho que são organizadas, coordenadas, regidas e administradas por meio das plataformas digitais. As transformações no mundo do trabalho, em conjunto com os elementos histórico-sociais, o desenvolvimento das forças produtivas e o capitalismo, ensejaram o surgimento da plataformização do trabalho, o qual teve a sua primeira expansão nos Estados Unidos entre os anos de 1970 e 1990. A plataformização é consequência da desregulamentação das relações de trabalho, ensejando aspectos negativos aos trabalhadores e impulsionando a precarização das relações de trabalho, segundo Ricardo Antunes. Nesse modo de trabalho, não há vínculo empregatício, e sim contrato de prestação de serviços, adesão ao trabalho ao invés da contratação, se enquadrando no trabalho informal. A plataformização do trabalho, torna-se cada vez mais crescente nas relações de trabalho, o que demonstra a importância e relevância da pesquisa. Analisando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD, 2º Trimestre de 2022, realizada pelo IBGE, em relação ao estado do Tocantins, observa-se que cerca de 112 mil pessoas, encontram-se trabalhando no setor privado sem carteira assinada, aumentando cerca de 31 mil pessoas (38,8% em relação ao mesmo período do ano anterior). Os dados apontam o aumento crescente de pessoas trabalhando sem carteira assinada, o que inclui a plataformização do trabalho, no setor informal. Objetivos: Compreender o trabalho plataformizado, considerando que este pode gerar precarização nas relações de trabalho. Metodologia (Materiais e Métodos): A pesquisa é de cunho exploratório, descritivo, explicativo e procedimentos metodológicos de pesquisa qualitativa. A coleta de dados foi através da análise da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD, realizada pelo IBGE, a qual buscou demonstrar o nível da ocupação de pessoas empregadas no setor privado sem carteira assinada, no estado do Tocantins. O recorte temporal foi do 2º trimestre de 2022. Resultados e Discussão: Os dados evidenciam que tem sido cada vez mais frequente o aumento do trabalho informal no setor privado, podendo se incluir o trabalho plataformizado nos níveis de ocupação de pessoas empregadas. Considerações Finais: A plataformização do trabalho, novo modelo de relação de trabalho, retira o emprego permanente, por tempo integral, o acesso do empregado a benefícios sociais, dentre outros aspectos anteriormente conquistados pela classe, gerando, assim, a precarização do trabalho, sem qualquer proteção social.
Título do Evento
XXI Jornada Científica do ITPAC
Cidade do Evento
Araguaína
Título dos Anais do Evento
Anais da Jornada Científica do Itpac
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FONSECA, karimy Emmily Oliveira; FILHO, Miguel Pacífico. INFORMALIDADE E PLATAFORMIZAÇÃO: PRECARIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NO TOCANTINS.. In: Anais da Jornada Científica do Itpac. Anais...Araguaína(TO) UNITPAC, 2022. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/21jcitpac2022/554330-INFORMALIDADE-E-PLATAFORMIZACAO--PRECARIZACAO-DAS-RELACOES-DE-TRABALHO-NO-TOCANTINS. Acesso em: 16/06/2026

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