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Apresentação

 O Simpósio do Patrimônio Material e Imaterial é uma realização do Departamento de Patrimônio Histórico (DPH), da Unidade de Gestão de Cultura de Jundiaí (UGC), em parceria com as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) Jundiaí, Itu e São Paulo. Em 2018, passou a integrar a programação do Mês do Patrimônio Histórico e Cultural de Jundiaí.

   Em sua décima terceira edição, realizada nos dias 28, 29 e 30 de agosto, o Simpósio teve como tema central Patrimônio vivo e (con)tradições: sociobiodiversidade e identidades culturais”, com o propósito apresentar a relevância do patrimônio vivo para a preservação das memórias, histórias, identidades e tradições culturais de pessoas e lugares.

   O Mês do Patrimônio faz parte do calendário municipal oficial de Jundiaí desde 2019 e é reconhecido como um programa municipal de educação patrimonial, realizado durante o mês de agosto, que tem o objetivo de inserir na pauta de discussões da gestão patrimonial os resultados das pesquisas, reflexões e intervenções no âmbito da preservação do patrimônio cultural.  

   Em 2025, a edição do Simpósio do Patrimônio Material e Imaterial voltou seu olhar para os agentes culturais, reconhecendo publicamente os homens e mulheres que, individualmente ou junto aos seus coletivos, preservam e valorizam inúmeras tradições e diferentes formas de viver e ocupar o espaço. Isso implica em enfatizar a importância da oralidade, das redes de compartilhamento e aprendizado pautadas nos saberes do trabalho e na relação com a natureza, fortalecendo a transmissão de conhecimentos e a valoração das múltiplas identidades culturais entre as gerações.

   O patrimônio vivo é o próprio tecer cotidiano das identidades culturais, no qual tradições são retomadas e ressignificadas. São as memórias dos idosos, as narrativas femininas, dos afrodescendentes, das crianças, dos vulneráveis, das comunidades tradicionais e de tantos outros grupos sociais e minorias étnicas que tiveram o direito à memória suprimido. Negar o direito à memória é o equivalente a negar o direito à própria existência. Não se trata apenas de buscar as raízes do passado, mas de reacender as centelhas da esperança que nele dormitam.

   A valorização do patrimônio implica em reconhecer os valores e significados que as comunidades atribuem a esses elementos, sejam eles culturais ou naturais. A natureza é parte essencial das referências identitárias de diversas comunidades tradicionais. Reconhecer e proteger esse patrimônio implica em respeitar os vínculos que os indivíduos possuem com o território e seus elementos naturais e culturais.

   As expressões “cultura viva”, “patrimônio vivo”, “revitalização” e outros termos associados implicam em valorizar a vitalidade das tradições, das expressões culturais e das referências históricas no presente como práticas socioculturais ativas, reconhecendo o patrimônio vivo como um processo de democratização da cultura e da política cultural e o encontro de saberes e tradições locais, regionais e nacionais a partir do cotidiano dos sujeitos, das comunidades e das instituições. Trata-se de assegurar a continuidade das práticas culturais, dos saberes ancestrais e da preservação ambiental, contribuindo para que identidades, memórias e expressões culturais vivas sejam valorizadas e difundidas às novas gerações.




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Responsável

13° Simpósio do Patrimônio Material e Imaterial

simposiopatrimoniojundiai@gmail.com


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