TOLERÂNCIA A ESCALDADURA EM CULTIVARES DE CAFÉ ARÁBICA

Publicado em 21/09/2023 - ISBN: 978-85-5722-993-8

Título do Trabalho
TOLERÂNCIA A ESCALDADURA EM CULTIVARES DE CAFÉ ARÁBICA
Autores
  • Jerônimo Constantino Borel
  • Matheus Santana Azevedo
  • Jonas Vanderson Rezende Duarte
  • Ana Beatriz Amaral Coelho
  • Mateus da Silva Castro
  • Jane Clésia Silva dos Santos
Modalidade
Resumo
Área temática
Melhoramento de Espécies Perenes
Data de Publicação
21/09/2023
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/12cbmp/662241-tolerancia-a-escaldadura-em-cultivares-de-cafe-arabica
ISBN
978-85-5722-993-8
Palavras-Chave
Coffea arabica L.; Estresses abióticos; Protetor solar.
Resumo
Nas últimas décadas houve grande expansão da cafeicultura para diferentes regiões do Brasil central em áreas anteriormente tidas como “marginais”. Isso foi possível graças ao melhoramento genético, emprego de irrigação; manejo da nutrição e fisiologia. Mesmo com todo aparato tecnológico, a ocorrência de estresses abióticos tem causado perdas em lavouras. Um dos estresses mais frequentes tem sido a ocorrência de escaldadura por insolação em regiões de menor altitude e latitude, ou mesmo em regiões cafeeiras tradicionais nas faces de terreno e plantas voltadas para o sol da tarde. A escaldadura causa severos danos a estrutura fotossintética e reduz o potencial produtivo e a qualidade do café. É muito importante estudar a tolerância de genótipos ao fenômeno bem como formas de amenizar seu efeito deletério. Este trabalho teve por objetivo avaliar a tolerância a escaldadura e o efeito da aplicação de protetor solar em um conjunto de 12 cultivares de café arábica irrigado sob condições de clima semiárido em Petrolina-PE. A altitude do local é 370m com latitude 9°31´ S e longitude 40° 56`W. As mudas foram transplantadas no campo a pleno sol, com quatro pares de folha em maio de 2022. O delineamento foi de blocos casualizados em esquema de parcelas de subdivididas 2 x 12. O efeito de parcela constou de dois níveis do protetor solar Sombryt® (0 ml/l e 15 ml/litro) e o efeito de subparcelas 12 cultivares: Catuaí IAC 99; Catucaís: 20-15/479, 2-SL e 785-15 amarelo; Acauã; Arara; MGS: Ametista, Aranãs, Pioneira, Vereda, Topázio 1190 e Paraíso 2. A unidade experimental constou de uma planta, com quatro repetições e foram feitas cinco aplicações do produto com intervalo de 45 dias entre maio e fevereiro. A escaldadura foi avaliada em dezembro de 2022 e março de 2023, que são épocas mais críticas em relação a radiação e potencial de escaldadura na região. A avaliação foi feita por três avaliadores utilizando uma escala de notas de 5 níveis, em que de 1 significa: ausência de sintomas de clorose e escaldadura; 2: Clorose inicial próximo ao pecíolo e nervura central; 3: Clorose média no limbo foliar e pequenas lesões de escaldadura; 4: Clorose generalizada e lesões de escaldadura nas bordas; 5: Escaldadura severa do limbo foliar, com queima do ponteiro do ramo. Constatou-se que as cultivares diferem quanto à tolerância a escaldadura. O protetor solar promoveu redução da ocorrência de lesões nas plantas. Houve interação significativa entre aplicação do produto e cultivares. Na ausência de protetor, as cultivares Catucai amarelo 785-15 e MGS 1194 apresentaram menores sintomas enquanto MGS Vereda e Catucai 2-SL apresentaram maior nível de escaldadura.
Título do Evento
12º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas 2023
Cidade do Evento
Caxambu
Título dos Anais do Evento
Anais do 12º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BOREL, Jerônimo Constantino et al.. TOLERÂNCIA A ESCALDADURA EM CULTIVARES DE CAFÉ ARÁBICA.. In: Anais do 12º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas. Anais...Caxambu(MG) Hotel Glória, 2023. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/12cbmp/662241-TOLERANCIA-A-ESCALDADURA-EM-CULTIVARES-DE-CAFE-ARABICA. Acesso em: 04/04/2026

Trabalho

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