GORDOFOBIA COMO VIOLÊNCIA ESTRUTURAL INTERSECCIONAL: IMPACTOS NA EXPERIÊNCIA CORPORAL E NO CUIDADO EM SAÚDE DE MULHERES GORDAS, RACIALIZADAS E DAS MARGENS SOCIAIS

Publicado em 05/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2187-6

Título do Trabalho
GORDOFOBIA COMO VIOLÊNCIA ESTRUTURAL INTERSECCIONAL: IMPACTOS NA EXPERIÊNCIA CORPORAL E NO CUIDADO EM SAÚDE DE MULHERES GORDAS, RACIALIZADAS E DAS MARGENS SOCIAIS
Autores
  • Mab Gomes Boaventura
  • Jorge Alberto Bernstein Iriart
  • Maria Luisa Jimenez Jimenez
Modalidade
Relato de Pesquisa
Área temática
Eixo 2 - Encontros e Desencontros do Sistema de Saúde com os Saberes e Práticas que vêm das Margens
Data de Publicação
05/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/1-seminario-internacional-rede-observatorios-micropolitica-cuidado/1323090-gordofobia-como-violencia-estrutural-interseccional--impactos-na-experiencia-corporal-e-no-cuidado-em-saude-de-m
ISBN
978-65-272-2187-6
Palavras-Chave
Gordofobia, Interseccionalidade, Saúde Coletiva
Resumo
Esta pesquisa propõe uma revisão integrativa a partir da leitura da gordofobia como uma violência estrutural e sistêmica, sendo então compreendida como uma violência intersecional, que se expressa de maneira interconectada ao racismo, ao capacitismo, ao machismo e à cisheteronormatividade. Embasada nos conceitos de interseccionalidade, essa pesquisa busca investigar de que forma esse cruzamento de opressões define a experiência corporal e de cuidado em saúde, especialmente de mulheres gordas, racializadas e localizadas nas margens urbanas, econômicas e sociais. A metodologia consiste na análise crítica da literatura acadêmica, documentos legais, políticas públicas e relatos de ativismo que abordam essas temáticas. Os resultados apontam para a necessidade de extrapolar as diretrizes terapêuticas e cartilhas educacionais, que apesar de seu caráter fundamental, possuem limitações na capacidade de proporcionar uma experiência de cidadania plena às pessoas gordas, especialmente de mulheres gordas, racializadas e das periferias urbanas e sociais. Esta abordagem crítica se coloca como possível contribuição teórica para a promoção e formulação de políticas públicas e garantias jurídicas, possibilitando o acesso equitativo a todos os dispositivos e camadas do serviço de saúde e à inclusão social global, a partir das diretrizes da saúde coletiva, dos direitos humanos e promovendo transformação social a partir das normativas de acessibilidade e equidade.
Título do Evento
1º Seminário Internacional da Rede de Observatórios de Micropolítica, Cuidado e Saúde Coletiva - Saberes e Práticas de Cuidado Produzidos às Margens: Percorrendo Veredas
Cidade do Evento
Campinas
Título dos Anais do Evento
Anais do 1º Seminário Internacional da Rede de Observatórios de Micropolítica, Cuidado e Saúde Coletiva - Saberes e Práticas de Cuidado Produzidos às Margens: Percorrendo Veredas
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BOAVENTURA, Mab Gomes; IRIART, Jorge Alberto Bernstein; JIMENEZ, Maria Luisa. GORDOFOBIA COMO VIOLÊNCIA ESTRUTURAL INTERSECCIONAL: IMPACTOS NA EXPERIÊNCIA CORPORAL E NO CUIDADO EM SAÚDE DE MULHERES GORDAS, RACIALIZADAS E DAS MARGENS SOCIAIS.. In: Anais do 1º Seminário Internacional da Rede de Observatórios de Micropolítica, Cuidado e Saúde Coletiva - Saberes e Práticas de Cuidado Produzidos às Margens: Percorrendo Veredas. Anais...Campinas(SP) UNICAMP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/1-seminario-internacional-rede-observatorios-micropolitica-cuidado/1323090-GORDOFOBIA-COMO-VIOLENCIA-ESTRUTURAL-INTERSECCIONAL--IMPACTOS-NA-EXPERIENCIA-CORPORAL-E-NO-CUIDADO-EM-SAUDE-DE-M. Acesso em: 29/05/2026

Trabalho

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