A INFLUÊNCIA DA MÍDIA DIGITAL NO CONSUMO DE NEUROESTIMULANTES

Publicado em 08/05/2024 - ISBN: 978-65-272-0466-4

DOI
10.29327/1399766.1-37  
Título do Trabalho
A INFLUÊNCIA DA MÍDIA DIGITAL NO CONSUMO DE NEUROESTIMULANTES
Autores
  • Guilherme Dos Santos Silva
  • Emilly Dayane Silva dos Santos
  • Graziela Oliveira
  • Otávio Augusto Carboni de Queiroz
  • Beatriz Lorrayne Anastacio Gomes
  • Isabela Forner Costa
  • Felipe Martins Corrêa dos Santos
  • Pietra Merlin
  • Gabriela Fernanda Machado
  • TELMA SARA QUEIROZ MATOS
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Neurofarmacologia
Data de Publicação
08/05/2024
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/1-congresso-nacional-de-neurologia-multidisciplinar-412958/811922-a-influencia-da-midia-digital-no-consumo-de-neuroestimulantes
ISBN
978-65-272-0466-4
Palavras-Chave
Influência, Neurotrópicos, Redes sociais.
Resumo
Introdução: Atualmente, é perceptível o aumento e propagação de recursos disseminados pelas mídias sociais, em especial as redes sociais, que contemplam um psicodiagnóstico. Com o aumento da disponibilização dos sinais e sintomas, muitos transtornos estão se tornando “comuns” ao autodiagnóstico, como por exemplo, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), assim como também sua medicação por meio dos neuro fármacos estimulantes. Esses neuro fármacos estão sendo utilizados não somente com o intuito de tratar um transtorno, muitas vezes não devidamente diagnosticado, mas também como uma “pílula da inteligência” utilizada para o sucesso acadêmico e controle de impulsividade em todas as idades. Objetivos: Investigar, por meio de uma revisão bibliográfica, como as redes sociais podem influenciar a procura pelos neuro fármacos para tratamento de TDAH, seja derivado de um autodiagnóstico, ou na utilização do mesmo como suplemento cognitivo para foco e estudos. Metodologia: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica sistemática, utilizando as bases de dados: Capes Periódicos; e, Pepsico. Os descritores utilizados foram: “Redes sociais e medicação”; “Metilfenidato”; “Ritalina”; “Lisdexanfetamina”; “Estimulantes cerebrais”. Foram encontradas 739 bibliografias, que após revisadas e delimitações, separamos 7 estudos dos últimos 10 anos, que se relacionam com o tema. Resultados e Conclusão: Por meio das análises dos estudos encontrados, verificou-se que o perfil de quem utiliza neuro estimulantes é composto majoritariamente por jovens adultos, em especial ligados à área da Medicina. A busca por autodiagnósticos, ligados a esta faixa etária, são reflexo das altas doses de cobrança performática no âmbito acadêmico e trabalhista, oriundos de uma sociedade imediatista. Os jovens adultos da atualidade, além de apresentarem baixo teor de tolerância à frustração, são os mais afetados por estarem no ápice da produtividade, comumente transicionando entre a universidade e o mercado de trabalho, e por terem amplo contato com as mídias digitais. Assim, as redes sociais, muitas vezes permeadas por comparativos, contribuem para este cenário, fazendo com que o aumento da competitividade se intensifique cada vez mais. Afinal, entre os motivos mais frequentes de uso dos neuro estimulantes estão a melhoria de performance cognitiva e a procura estética por emagrecimento, fatores esses fortemente impulsionados pela comparação com os outros e pela busca de aprovação externa. Somado a isso, as mídias sociais também se apresentam como uma via de fácil acesso para a obtenção dos psicotrópicos, de forma ilegal, sem utilizar do respaldo médico adequado. Foi possível compreender os atravessamentos causados por autodiagnósticos por meio de mídias sociais que podem levar ao consumo de neuro fármacos. Em alguns casos, essas medicações não são utilizadas da forma correta, causando possíveis sintomas indesejados. Tal ação pode trazer grandes prejuízos ao organismo do indivíduo consumidor da medicação sem orientação médica. Além disso, foi possível observar que existem poucos estudos relacionados ao tema, evidenciando a necessidade de aprofundamento dentro do campo científico sobre a influência das mídias sociais no consumo de medicamentos neuro fármacos estimulantes.
Título do Evento
I CONGRESSO NACIONAL DE NEUROLOGIA MULTIDISCIPLINAR
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nacional de Neurologia Multidisciplinar
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

SILVA, Guilherme Dos Santos et al.. A INFLUÊNCIA DA MÍDIA DIGITAL NO CONSUMO DE NEUROESTIMULANTES.. In: Anais do Congresso Nacional de Neurologia Multidisciplinar. Anais...Sete Lagoas(MG) Online, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/1-congresso-nacional-de-neurologia-multidisciplinar-412958/811922-A-INFLUENCIA-DA-MIDIA-DIGITAL-NO-CONSUMO-DE-NEUROESTIMULANTES. Acesso em: 04/04/2026

Trabalho

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