ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA ESPINHA BÍFIDA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL, ENTRE 2018 E 2023

Publicado em 08/05/2024 - ISBN: 978-65-272-0466-4

Título do Trabalho
ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA ESPINHA BÍFIDA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL, ENTRE 2018 E 2023
Autores
  • Bernardo Colonna Souza
  • Maria Luiza Carvalho Dos Santos Recla De Jesus
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Neurologia Pediátrica
Data de Publicação
08/05/2024
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/1-congresso-nacional-de-neurologia-multidisciplinar-412958/790786-analise-epidemiologica-da-espinha-bifida-na-regiao-centro-oeste-do-brasil-entre-2018-e-2023
ISBN
978-65-272-0466-4
Palavras-Chave
Mielomeningocele, Tubo neural, Embriologia.
Resumo
Introdução: A espinha bífida, clinicamente referida como mielomeningocele, é uma deformidade causada durante o fechamento do tubo neural, impactando a formação da coluna vertebral e da medula espinhal. Essa condição congênita se desenvolve por influência de diferentes fatores, dentre eles, condições genéticas familiares e aspectos nutricionais. Contudo, as taxas de incidência se mostram mais altas na população latina. Objetivo: Este estudo objetiva analisar o perfil epidemiológico de pacientes diagnosticados com a espinha bífida na região Centro-Oeste do Brasil. Metodologia: Trata-se de uma análise epidemiológica observacional do tipo ecológica, quantitativa e descritiva, cujos dados foram obtidos a partir de tabelas fornecidas na plataforma do DATASUS, por intermédio da utilização do Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS), referentes ao período compreendido entre janeiro de 2018 e janeiro de 2023. Considerou-se a Região Centro-Oeste do Brasil, analisando-se o número de internações na população dividida pelos diferentes aspectos de cor/raça. Resultados: De acordo com as informações obtidas, a Região Centro-Oeste do Brasil apresentou, no período em questão, um total de 579 internações por espinha bífida. Mais especificamente, 77 destas correspondem a pacientes de cor branca; 1 de cor preta; 236 pardos; 12 de cor amarela; e 1 indígena. Por fim, 250 deles foram registrados como “Sem informação”, ou seja, não havia relatos quanto a sua cor ou raça. Conclusões: A partir dos dados relatados, infere-se que os pacientes pardos são os mais acometidos pela espinha bífida no território analisado, seguidos, respectivamente, pelos brancos, amarelos, pretos e indígenas (com estes dois últimos em igual incidência). Tal informação pode indicar, em primeiro plano, diferenças de caráter genético entre as variadas etnias que possam favorecer a ocorrência do problema. Paralelamente, considerando-se a condição da espinha bífida como decorrente, também, da deficiência nutricional, especialmente do ácido fólico, pode-se supor que existam disparidades socioeconômicas entre os diferentes grupos estudados. Portanto, é indispensável que estudos aprofundados em ambas as frentes sejam realizados para que se tenha um melhor entendimento da situação relatada, como também melhores estratégias para a mitigação do problema.
Título do Evento
I CONGRESSO NACIONAL DE NEUROLOGIA MULTIDISCIPLINAR
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Nacional de Neurologia Multidisciplinar
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SOUZA, Bernardo Colonna; JESUS, Maria Luiza Carvalho Dos Santos Recla De. ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA ESPINHA BÍFIDA NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL, ENTRE 2018 E 2023.. In: Anais do Congresso Nacional de Neurologia Multidisciplinar. Anais...Sete Lagoas(MG) Online, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/1-congresso-nacional-de-neurologia-multidisciplinar-412958/790786-ANALISE-EPIDEMIOLOGICA-DA-ESPINHA-BIFIDA-NA-REGIAO-CENTRO-OESTE-DO-BRASIL-ENTRE-2018-E-2023. Acesso em: 15/05/2026

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